Categoria: Carlos Henrique Goes

21 mar by Henrique Goes Tags:, ,

‘Quarteto Linha’ realiza oficina de samba na comunidade da África neste sábado

Música no Ar UnindoTalentos, realizado nos três últimos meses de 2013, ainda estárendendo bons frutos. No próximo sábado (22), o Quarteto Linha, banda que se apresentou na edição de novembro do projeto, irá realizar uma oficina musical de samba com os alunos do Projeto Cultural Ilha de Música, das 9h da manhã às 11h, na Comunidade da África. A ação émais uma etapa de compromissos sociais firmados pela Green Point Produções, realizadora do evento.

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Divulgação

O Quarteto Linha se apresentou no Teatro Riachuelo ao lado da grande dama do samba, Leci Brandão, e juntos fizeram um espetáculo memorável, onde o Quarteto lançou o mais novo disco de trabalho: “O Meu Samba é Assim”. O show duplo era o foco e o desafio do Música no Ar, com a finalidade de promover o intercâmbio cultural entre artistas norteriograndenses e grandes nomes da cena nacional.

A Ilha de Música atua desde o ano de 2006, na Comunidade da África, em Natal. Idealizada pelos músicos Gilberto Cabral e Inês Latorraca, o projeto oferece a crianças e jovens educação musical e proporciona o acesso a um ambiente de cultura, lazer, dignidade e profissionalização.

O projeto Música no Ar Unindo Talentos é uma idealização da cantora Valéria Oliveira, que vem sendo produzido pela Green Point Produções com patrocínio da Unimed Natal Prefeitura do Natal via Lei Djalma Maranhão.

 

Fonte: Assessoria de Imprensa

19 mar by Henrique Goes Tags:, , ,

‘Gira Dança” se apresenta no RN e leva workshops para o interior potiguar

Com temas que indagam as condições humanas mais ocultas, as descobertas e redescobertas dos sentimentos e do próprio ‘eu’, além das fragilidades que ultrapassam o físico e se alojam na formação mental de cada ser social, a Companhia Gira Dança, por meio do “Projeto Circulação Gira Dança” transmite essas mensagens em dois espetáculos “Sobre Todas as Coisas” e “Alguém que não eu para falar de mim” coreografados nas danças contemporâneas.

Sobre Todas as Coisas_Imagem
Momento de ‘Sobre todas as coisas”
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A companhia fará apresentações do “Sobre Todas as Coisas” em Mossoró (20/03), Natal (21/03), que terá uma ação especial surpresa preparada pelos produtores do grupo, e Santa Cruz (22/03). Já a cidade de Currais Novos receberá no dia 26 de março “Alguém que não eu para falar de mim”. Para os Municípios de Pendências, São Miguel do Gostoso, Ceará-Mirim e Caicó estão sendo definidas as datas e os respectivos espetáculos.

 

O espetáculo “Sobre Todas as Coisas”, que tem a coreografia de Mário Nascimento, faz indagações sobre o convívio do diferente, da capacidade de superação e das limitações em aceitar o que é alheio às próprias concepções. Já o “Alguém que não eu para falar de mim” propõe uma ‘viagem’ ao introspecto do eu, expressos nos movimentos dos corpos dos bailarinos na coreografia de Anízia Marques.

 

Com o patrocínio da Cosern, através da Lei Câmara Cascudo de incentivo à cultura e Governo do Estado, além das apresentações, o Gira Dança vai oferecer ao público interessado oficinas de dança com duração de três horas em um dia. No interior do Estado as oficinas serão gratuitas com disponibilidade para 20 participantes por cidade. Para se inscrever basta enviar um e-mail para producao.giradanca@gmail.com.

 

A Oficina Cultural – Laboratório de Criação em Dança tem o intuito de propor uma pesquisa que objetiva a compreensão dos princípios de movimento do corpo de bailarinos e não bailarinos e que tenham ou não alguma deficiência física. “Discutir, problematizar e descobrir como acontece o movimento nesses corpos a partir do processo criativo dos espetáculos do grupo é o nosso objetivo”, explica um dos ministrantes e idealizadores da companhia, Anderson Leão.

 

Informações:

 

Espetáculo “Sobre Todas as Coisas”

20/03 – Mossoró (RN) – Teatro Dix Huit Rosado às 20h

21/03 – Natal (RN) – Teatro Alberto Maranhão às 20h

 

Entrada:

R$ 10,00  inteira e R$ 5,00 meia

 

22/03 – Santa Cruz (RN) – Teatro Candinha Bezerra às 20h

 

Entrada:

Gratuita.

Os ingressos devem ser retirados com uma hora de antecedência.

 

Espetáculo “Alguém que não eu para falar de mim”

26/03 – Currais Novos (RN) – Espaço Avoante às 20h

 

Entrada:

R$ 10,00 inteira e R$ 5,00 meia

 

Oficina Cultural – Laboratório de Criação em Dança

Mossoró (RN), 20/03 – Ministrante: Anderson Leão;

Santa Cruz (RN), 22/03 – Ministrante: Anderson Leão;

Currais Novos (RN), 26/03 – Ministrante: Álvaro Dantas.

 

*Os locais onde serão ministradas as oficinas estão a definir.

 

Companhia Gira Dança

Gira Dança é uma companhia de dança contemporânea criada em 2005, pelos bailarinos Anderson Leão e Roberto Morais, em Natal (RN), onde reside a sede do grupo. Teve sua estreia nacional na Mostra Arte, Diversidade e Inclusão Sociocultural, realizada no Rio de Janeiro, em maio de 2005, o que proporcionou, desde então, apresentações em palcos de todo o Brasil.

 

Com uma visão ampla e distinta, a companhia, tem como proposta artística, expandir o universo da dança por meio de uma linguagem singular que utiliza o conceito do corpo diferenciado como instrumento de experiências. Um trabalho que rompe preconceitos, limites pré-estabelecidos e cria novas possibilidades dentro da dança contemporânea.

 

Fonte: Assessoria de Imprensa

 

 

18 mar by João Ricardo Correia Tags:, , ,

Fotógrafo contratado para cobrir evento não é titular de direitos autorais

O direito autoral deve ser reconhecido a quem realmente manifestou uma criação do espírito, decorrente da sua criatividade, talento, sensibilidade. O fotógrafo contratado para registrar festividades ou eventos, notadamente se subordinado às coordenações do contratante, não é titular dos direitos autorais das fotografias colhidas, pois nada expressou, apenas cumpriu ordens e prestou os serviços para os quais foi contratado.

Com esse entendimento, a 10ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais negou recurso de um fotógrafo que pedia a condenação de um músico e o selo Sonhos e Sons pela utilização de fotografias de sua autoria em três encartes de CDs sem os devidos créditos.

De acordo com o fotógrafo, foi firmado um contrato para a produção de fotografias para um CD. Entretanto, sem sua autorização, as imagens feitas por ele foram utilizadas posteriormente em mais dois álbuns. Em nenhuma das obras foi mencionado o autor das fotografias. Por isso, pediu a reparação por danos morais e materiais.

Em primeira instância, o juiz da 30ª Vara Cível de Belo Horizonte, Geraldo David Camargo, condenou a empresa e o músico a pagar R$ 2,5 mil ao fotógrafo, referente ao dano moral devido a ausência de créditos nas imagens. Quanto aos demais pedidos, fundamentou que “se o autor já foi remunerado pelo serviço que prestou, não pode pedir nova reparação material”, sob pena de se gerar enriquecimento indevido, ou dupla incidência pelo mesmo fato gerador.

O fotógrafo recorreu ao TJ-MG, que manteve a sentença. De acordo com a 10ª Câmara Cúvel, a reprodução de retratos, ou de outra forma de representação da imagem, feitos sob encomenda, não constitui ofensa aos direitos autorais quando realizada pelo proprietário do objeto encomendado.

No entendimento do desembargador relator Gutemberg da Mota e Silva, os contratos celebrados entre as partes são puramente de prestação de serviços, não de criação de obras intelectuais, provenientes do espírito e da criatividade do artista. O relator finalizou ressaltando que a utilização e reprodução das fotos era legítima, pois elas foram encomendadas pelo próprio estúdio, hipótese prevista no artigo 46 da Lei de Direitos Autorais.

 

(Fonte: Consultor Jurídico, com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-MG)

17 mar by Henrique Goes Tags:, ,

‘Latitudes’: roteiro requintado e boa sacada no uso de multiplataformas de exibição

Um casal, caminhos, desencontros, espera e reencontros. Essas são, em linhas gerais, as bases do enredo de “Latitudes” – projeto multimídia veiculado na internet e exibido na TNT em 2013 -, que ganhou as telas de cinema em fevereiro deste ano. A cada episódio, é possível o espectador se achar nas várias nuances do comportamento dele, dela, e do casal.

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No elenco Alice Braga (Olívia) e Daniel de Oliveira (José), com interpretações que  deixam o espectador crendo que no mundo existem somente eles. Como o é (ou se pensa ser), quase sempre, num relacionamento a dois. Olívia e José se conhecem em Paris e passam por mais sete destinos mundiais nos quais vão construindo uma relação baseada na curiosidade e provocação.

Diálogos instigantes, fotografia absurdamente linda e roteiro inteligente. “Latitudes” é uma boa opção de diversão para quem não tem muito tempo , uma vez que cada episódio na versão online costuma ter cerca de 15 minutos. E se engana quem achar que o pouco tempo relega a narrativa a um plano superficial.

Genial a utilização de multiplataformas midiáticas e o projeto acabada sendo uma boa desculpa para quem acha que audiovisual nacional é só palavrão e putaria. Para além disso, ainda existe arte e sensibilidade, sem necessariamente passar por apelação. A direção é de Felipe Braga (Cabeça a prêmio, 2009).

7 mar by João Ricardo Correia

Oswaldo Montenegro apresenta “3×4” no Teatro Riachuelo

Dia 29, os potiguares terão a oportunidade única de conferir no Teatro Riachuelo o novo show do cantor Oswaldo Montenegro. A apresentação, às 21 horas, traz a Natal “3×4”, novo espetáculo que promete encantar o público. No palco, Oswaldo alia sua performance vocal ao seu talento como instrumentista. O show é uma produção da Pauta Cultural e Trupe Promoção. Os ingressos estão à venda na bilheteria do Teatro Riachuelo, Televendas e no site www.ingressorapido.com.br. Assinantes da Cabo Telecom e do jornal Tribuna do Norte têm 50% de desconto em até 01 ingresso (valor inteiro).

Unido ao bouzuki e ao bandolim de Sérgio Chiavazzoli, o violão de Oswaldo Montenegro costura, com a flauta de Madalena Salles, e o “violão-blues” de Alexandre Meu Rei, uma verdadeira teia de sonoridades diversas e complexas que resultam em um excelente concerto. O show “3×4” é dividido em blocos. No primeiro, Oswaldo canta as músicas mais alegres de sua carreira como compositor, misturadas com trechos de Vila Lobos, Bach, Waldir Azevedo, Patápio Silva e Vivaldi, numa verdadeira festa.

No segundo bloco, o repertório do show passa por um desfile de inúmeros sucessos de Montenegro costurados entre si, como se fossem parte (e são), de uma única obra. Um hit se sucede a outro, tirando o fôlego do público. A terceira parte da apresentação traz um diálogo com a plateia. O poeta atende pedidos do público e apresenta duas canções inéditas. Já no quarto e último bloco do show a atmosfera “blues” invade o palco. O “concerto” ganha contornos teatrais, com Madalena Salles brincando na gaita, vestida de “blues-man”, e os 3 violões virtuoses citando “hiffs” conhecidos, levando a um final de extrema alegria com o público saindo de alma lavada.

“3×4”, como insinua a fotografia, registra a identidade do artista que não se parece com ninguém, mostrando 3 faces de sua obra (e não fases, como pode parecer), num show de 4 blocos, com 3 músicos se juntando a ele para formar uma banda de 4. 3 por 4 é também o compasso de “Bandolins”, a primeira composição que o Brasil conheceu de um cantor que começou como instrumentista e que depois de passear pelo cinema e pelo teatro, retorna à música, que é de onde veio e, segundo ele mesmo, onde ele mais ama estar.

Realização: Pauta Cultural e Trupe Promoção

 

(Fonte: Mosaïque Comunicação)

28 fev by João Ricardo Correia

STF realiza em março audiência pública sobre lei de direitos autorais

O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para o dia 17 de março uma audiência pública sobre a lei de direitos autorais. O objetivo é discutir a Lei 12.853/2013, que define as condições de cobrança, arrecadação e distribuição de recursos pagos por direitos autorais de obras musicais.

Participarão da audiência parlamentares, músicos, compositores, acadêmicos, produtores culturais, autores teatrais e roteiristas, além de representantes de órgãos governamentais, como os ministérios da Cultura, das Relações Exteriores, e representantes dos arrecadadores de direitos autorais. Serão 24 expositores e cada um terá dez minutos para falar sobre o tema. A audiência terá início às 14 horas. Os arquivos que serão utilizados nas exposições devem ser enviados para o STF até o dia 13 de março.

As informações prestadas pelos debatedores servirão para embasar a decisão dos ministros em duas ações impetradas pelo Escritório Central de Arrecadação de Direitos Autorais (Ecad) e pela União Brasileira de Compositores (UBC) que contestam a constitucionalidade da lei, publicada no dia 15 de agosto.

A norma altera a maneira como o Ecad repassará os recursos dos direitos dos músicos e estabelece formas de fiscalização da arrecadação desses valores. Entre as mudanças, em relação ao que ocorre atualmente, está a fiscalização da entidade por um órgão específico.

A taxa administrativa de 25% cobrada atualmente pelo Ecad será reduzida gradativamente, até chegar a 15% em quatro anos, garantindo que autores e demais titulares de direito recebam 85% de tudo o que for arrecadado pelo uso das obras artísticas.

Ao convocar a audiência, o ministro Luiz Fux destacou que o debate sobre a matéria ultrapassa os limites estritamente jurídicos e exige abordagem técnica e interdisciplinar, “atenta às nuances da gestão coletiva de direitos autorais e às repercussões práticas que o novo modelo normativo ensejará sobre a dinâmica do setor”.

A lista dos participantes está disponível na página do STF: http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=261376

 

(Fonte: Agência Brasil)

27 fev by João Ricardo Correia

Guia gastronômico brasileiro reúne sabores das 5 regiões

O Ministério da Cultura lançou, no site da Copa do Mundo de 2014, a publicação Aromas, Cores e Sabores do Brasil (http://www.copa2014.gov.br/sites/default/files/livreto_web17062013.pdf).  Abordando os mais de 500 anos de história da culinária brasileira, o livreto traz a grande mistura de tradições, ingredientes e alimentos que foram introduzidos pela população nativa indígena e por todas as correntes de imigração que ocorreram no Brasil.

Cada região do País tem sua peculiaridade devido às diferenças de clima, relevo, tipo de solo, vegetação e povos habitando uma mesma região. Por isso, o livro também separa cada receita e evento cultural conforme sua localidade, de maneira intuitiva.

O livro ainda oferece receitas completas de biomas como Pantanal, Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga, e cita a tão conhecida feijoada, a cachaça e o queijo minas, reconhecidos também por seu modo de produção típico. O churrasco, os sorvetes e sucos de inúmeros sabores encontrados pelo Brasil, assim como os peixes, os pratos tropeiros e tantos outros também ganham destaque na publicação

Traduzido também para o inglês, a obra cita, inclusive, o descobrimento do Brasil, que remete à culinária, já que as caravelas portuguesas desembarcaram aqui em 1500 enquanto navegavam em busca das Índias e suas especiarias.

 

(Fonte: Ministério da Cultura / Portal da Copa)

25 fev by João Ricardo Correia

Jornalista organiza Primeiro Encontro de Violeiros do Agreste

Pinheiro: amante da natureza e do cancioneiro popular nordestino

O jornalista-matuto Joaquim Pinheiro, colaborador do Portal Companhia da Notícia, está organizando o I Encontro de Violeiros da Região Agreste do RN, que acontecerá em maio próximo (data ainda indefinida). Estão confirmadas as duplas de repentistas Edimilson Ferreira/Antônio Lisboa; Raulino Silva/Raimundo Menezes; Helânio Moreira/Felipe Pereira. Além da participação do aboiador Amâncio Sobrinho.

24 fev by João Ricardo Correia

Abertas as inscrições para o Festival de Audiovisual Ambiental

Estão abertas, até o dia 15 de abril, as inscrições para as mostras informativas e competitivas do 4º Festival Internacional de Audiovisual Ambiental – Filmambiente, a ser realizado entre os dias 5 e 11 de setembro nas cidades do Rio de Janeiro e Porto Alegre.

O festival reúne as mais recentes produções audiovisuais nacionais e internacionais sobre questões ambientais, com o objetivo de levantar debates e gerar conscientização, de modo a contribuir na preservação da vida no planeta.

Para a mostra competitiva, podem ser inscritos, gratuitamente, curtas e longas-metragens nos gêneros ficção, documentário, animação e experimental, com temática ambiental, até 20 e acima de 60 minutos e produzidos a partir de 2012. As obras não podem ter sido veiculadas anteriormente em festivais, salas de cinema e internet, e deve possuir cópia digital.

O formulário de inscrição encontra-se no site e o envio da obra pode ser feito pela internet, com um link para visualização. A inscrição também pode ser feita por via postal, com o envio de um DVD para o endereço que consta no regulamento. Filmes que não cumprirem os requisitos de duração ou que tenham sido exibidos e produzidos anteriormente a 2012 podem ser inscritos para exibição em outras mostras do festival. O evento também aceita inscrições pelas plataformas Festhome e Click For Festivals.

O Júri Oficial outorgará o Prêmio Tainá para o melhor longa e melhor curta-metragem, e também podem ser oferecidas menções honrosas e premiação em dinheiro; a RDJA (Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental) definirá o vencedor do prêmio de Relevância Jornalística; e o júri popular também escolherá seu filme favorito.

O festival também promove debates e outras atividades paralelas. Os filmes exibidos na mostra informativa são separados por eixos temáticos, que podem incluir saúde, conscientização ambiental, entre outros temas. Para mais informações, acesse o site oficial do 4º Festival Internacional do Audiovisual Ambiental.

Saiba mais no www.filmambiente.com

 

(Fonte: Agência Nacional do Cinema)

24 fev by João Ricardo Correia

Vinho produzido no Rio Grande do Sul é o oficial da Copa

O vinho Faces, desenvolvido pela vinícola Lídio Carraro, que tem sede em Bento Gonçalves (RS), foi o escolhido para ser o vinho oficial da Copa do Mundo de 2014. A bebida é produzida na região conhecida como Vale dos Vinhedos, de onde saem as principais marcas nacionais.

“Nós temos a sensação de que será um grande momento para o vinho brasileiro, porque será uma oportunidade de várias pessoas, no nosso País e no mundo inteiro, poderem degustar, talvez pela primeira vez, um vinho nacional. Então, o vinho da Copa acaba sendo um vinho de grande importância para o setor da uva e do vinho no Brasil. E essa é uma grande responsabilidade também de poder, além de elaborar um vinho de qualidade, que ele traga consigo um conceito que lembre o nosso País, algo que possamos contar a história do nosso vinho, as qualidades do nosso vinho”, afirma a enóloga Mônica Rosetti, responsável pelo desenvolvimento do produto.

O conceito do vinho e o nome Faces foram escolhidos para representar a identidade multiétnica e multicultural do Brasil, e também a combinação de uvas que compõe cada uma das versões: tinto, branco e rosé.

O vinho branco leva em sua composição as uvas Chardonnay, Moscato e Riesling Itálico. Já o rosé traz a combinação Pinot Noir, Merlot e Touriga Nacional. A criação do Faces Tinto tem uma peculiaridade, conta a enóloga: é uma homenagem ao futebol, inspirado nos 11 jogadores em campo, num esquema 4-4-2.

“No caso do vinho tinto, é a escalação de um time: são onze uvas, como onze jogadores em campo. Existe inclusive um sistema tático que serviu de inspiração para escolher a proporção de cada uva no corte. Nós temos então a Merlot e a Cabernet Sauvignon como uvas atacantes, são as primeiras uvas que nós sentimos no aroma do vinho. Depois nós temos quatro uvas no meio de campo, que são aquelas uvas que contribuem com o aroma do vinho e também fazem essa primeira sensação de volume de boca, e são elas a Teroldego, a Touriga Nacional, a Tempranillo e a Pinot Noir. Depois, para completar a estrutura do vinho, o corpo, foram escolhidas as quatro uvas com mais expressão; então Tannat, Nebbiolo, Alicante Bouschet e Ancellotta. E para completar a escalação temos um goleiro também, que é o Malbec, que é relacionado ao retrogosto do vinho. Com esse time, com essa escalação de uvas que representam um pouco a realidade do Brasil enológico e do vinho brasileiro, nós temos a satisfação de dizer que o Faces, que essa taça já é nossa, já é do vinho brasileiro”, conclui a enóloga Mônica Rosetti.

 

(Fonte: Portal da Copa)

24 fev by João Ricardo Correia

Abertura do Carnaval 2014 de Pirangi será na sexta-feira

A abertura dos quatro dias de folia de 2014 em Pirangi (RN) será na sexta, 28, a partir das 19 horas, na Praça São Sebastião, com a entrega da chave da cidade pelo prefeito Maurício Marques ao Rei Momo e à Rainha do Carnaval. A informação foi confirmada pelo coordenador do evento, Layzomar Wanderley da Silva.

O Carnaval 2014, ainda segundo o coordenador, deverá ter entre 15 e 20 bandas para animar os foliões. Um palco será montado à beira mar, próximo à sede da Apurn, onde haverá bandas tocando diariamente das 11 às 14 horas.

De sábado (1º) à terça (4), a partir das 18 horas, a festa acontece no palco armado na Praça São Sebastião, onde três bandas se revezarão por noite para fazer a festa. Além disso, duas bandas de sopro vão circular chamando as pessoas para cair no carnaval.

A expectativa da organização é que o evento atraia diariamente um público de 30 mil pessoas. O tradicional bloco das Vassourinhas, reunindo garis, coletores e seus familiares, fará o encerramento do carnaval a partir das 13h na quarta-feira de cinzas ao som de uma orquestra de frevo. Antes disso, na segunda-feira, 3, é a vez do também tradicional bloco das Virgens desfilarem irreverência em Pirangi.

 

(Fonte: Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Parnamirim)

22 fev by João Ricardo Correia

Prefeito Jaime Calado entrega incentivo cultural aos grupos carnavalescos de São Gonçalo

A Fundação Cultural Dona Militana realizou na sexta-feira (21), no auditório do Espaço do Empreendedor, a entrega simbólica do incentivo cultural aos grupos que mantém a tradição das tribos de índio no município de São Gonçalo do Amarante e a Escola de Samba Pilares de Uruaçu que esse ano homenageará o município e a romanceira Dona Militana. Foram beneficiados os grupos culturais Tupi Guarani, Tupi Guerreiros e Saterê Mauê, bem como a agremiação Pilares de Uruaçu. A ajuda tem o valor total de R$ 26 mil.

A solenidade de doação do apoio financeiro foi conduzida pelo presidente da Fundação de Cultural Dona Militana, Flávio Henrique, e teve a participação do prefeito Jaime Calado, os secretários João Eider (Gabinete Civil), Luiz Henrique (Finanças), Gilmar Cardoso (Adj. Gabinete Civil), Miguel Teixeira (Administração), Gisele Moura (Adj. Desenvolvimento Econômico e Turismo), os vereadores Adelson Martins e Geraldo Veríssimo, além dos dirigentes dos grupos, artistas e servidores da Cultura.

O representante da Escola de Samba Pilares de Uruaçu, Cláudio, foi o primeiro a discursar. “Agradeço ao prefeito Jaime Calado por acreditar no nosso projeto. Agradeço em nome das demais entidades carnavalescas presentes. Que continue com essa maneira honrosa de se empenhar em nos apoiar mesmo com tantas dificuldades” declarou.

Flávio Henrique falou aos carnavalescos “Espero que façam um ótimo carnaval, tranquilo e de muita paz. Agradeço também a atenção do prefeito em incentivar as origens. Quero dizer que sem esse apoio da prefeitura não estaríamos discutindo e fazendo uma política de estado, agora somos instrumentos de gestão cultural. Espero que vocês continuem representando o município. Parabéns!”, finalizou.

“Estamos ajudando o que achamos mais forte na cidade. Fazemos questão de sempre ajudar as tribos de índios e agora a escola de samba, além de outras que são tradicionais no nosso município. Carnaval é um evento brasileiro é a nossa festa. Espero que vocês façam um ótimo carnaval” afirmou o prefeito Jaime Calado.

 

(Fonte: Secretaria de Comunicação e Eventos / Por Marília Costa  / Fotos: Isaías Carlos)

11 fev by Henrique Goes Tags:, ,

Kinha Costa lança livro sobre dia 14 no TCP

Diferentemente dos anteriores que  tratam de choques culturais e descobertas de outras culturas, registro que vem fazendo ao longo do tempo que viveu nas Filipinas, na Holanda e agora na África do Sul, seu mais novo livro é sobre futebol. A autora se emaranha em um assunto que, não faz muito tempo, era considerado tabu para o sexo feminino e surpreende pelo senso crítico e pela paixão. 

 

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Informações de Assessoria de Imprensa

4 fev by Henrique Goes

Educação e arte: últimos dias para inscrição em oficina de audiovisual promovida por Secretaria Nacional dos Direitos Humanos e parceiros

INVENTAR COM A DIFERENÇA: CINEMA E DIREITOS HUMANOS EM SALA DE AULA

Secretaria Nacional dos Direitos Humanos e Universidade Federal Fluminense abrem inscrições em todo o Brasil para oficinas de cinema voltadas a professores da rede pública de ensino

Quando a cultura da imagem pauta cada vez mais o cotidiano, refletindo diretamente sobre a percepção e o imaginário coletivo, é preciso perceber o cinema, na mesma proporção, como lugar de passagem e colisão das mais diversas formas de ver, ser e estar no mundo. Longe de ser mero aparato técnico de registro do “real”, a câmera na mão agencia discursos, embaralha clichês, move camadas de tempo e funda novos possíveis, ensejando e incitando ações politicas e inventivas diante do que parece pronto e acabado. O cinema, portanto, é uma máquina que pensa e age sobre o tempo presente.

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Pensamento, inventividade e ação estão na base do Inventar com a Diferença, projeto de formação de professores da rede pública de ensino de todo o Brasil para a realização de trabalhos com audiovisual em sala de aula. Realizado em parceria pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da República, a ação visa aproximar crianças e adolescentes do universo temático que cerca o cinema e os direitos humanos.

Com inscrições abertas através do site www.inventarcomadiferenca.org, o Inventar com a Diferença tem como público-alvo os educadores da rede pública de ensino do Brasil e transcorre em duas diferentes etapas: na primeira, os professores inscritos e selecionados participarão de um curso de formação em audiovisual e direitos humanos com duração de 20h, realizado no mês de fevereiro; na segunda etapa, os educadores realizam oficinas semanais, com duração de 2h, em suas escolas, entre março e maio de 2014, sob a supervisão quinzenal do mediador.

Flyer Inventar com a Diferença
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Durante o primeiro semestre de 2014, o projeto atinge até dez escolas de cada um dos municípios selecionados. São eles: Rio Branco (AC), Manaus (AM), Porto Velho (RO), Boa Vista (RR), Macapá (AP), Imperatriz (MA), Fortaleza (CE), Natal (RN), Parnaíba (PI), Belém (PA), Recife (PE), Conde (PB), Delmiro Gouveia (AL), Aracaju (SE), Rio de Contas (BA), Brazlândia (DF), Pirenópolis (GO), Porto Nacional (TO), Cuiabá (MT), Campo Grande (MS), Paraty e Niterói (RJ), Vitória e Vila Velha (ES), Belo Horizonte (MG), Bauru (SP), Florianópolis (SC), Curitiba (PR) e Bagé (RS).

O Inventar com a Diferença é baseado numa metodologia descentralizadora, onde todos os professores e alunos atuam coletivamente na realização e desenvolvimento das atividades. Com essa proposta, fomenta um trabalho colaborativo, sem competição, atento ao outro, aberto às diferenças e às diferentes formas de sociabilidade, convivência e invenção. Fundindo os processos criativos do cinema com a educação, o projeto afirma o direito à diferença e dar a ver um desejo comum, que aponta para a possibilidade de criarmos coletivamente um mundo mais justo, diverso e democrático.

INVENTAR COM A DIFERENÇA

Cinema e Direitos Humanos

 

Inscrições através do site www.inventarcomadiferenca.org

De 15/01 a 07/02

 

Contato

 

UFF / IACS / KUMÃ

Rua Prof. Lara Vilela, 126 – Niterói, RJ

(21) 2629-9763

 

Fonte: Assessoria de Imprensa

 

 

31 jan by Henrique Goes Tags:, , ,

Vida e música de Gonzagão chegam aos palcos de Natal em fevereiro

Depois do enorme sucesso de público e crítica no Rio de Janeiro, São Paulo e Nordeste – com apresentação especial em Exu, cidade natal do Rei do baião –, o musical Gonzagão– A Lenda, de João Falcão desembarca em Natal para apresentações nos dias 13, 14 e 15 de fevereiro, sempre às 20h, no Teatro Alberto Maranhão.

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Considerado um dos melhores musicais brasileiros, eleito pela Folha de SP e pelo Estado de SP um dos cinco melhores do ano, o espetáculo está em cartaz há mais de um ano e foi vencedor dos prêmios: Prêmio Shell de Teatro 2012 de Melhor Música; do 7º Prêmio APTR de Melhor Produção; Prêmio Qualidade de Melhor Espetáculo; e do Prêmio FITA 2013 nas categorias Melhor Espetáculo (Júri Popular), Melhor Direção e Melhor Figurino. Ainda na agenda de 2014, a montagem terá a honra de abrir o Festival Ibero-Americano de Teatro de Bogotá‟, o maior da América Latina.

Teaser de Gonzagão A Lenda: http://bit.ly/1bxZZ9U

Sobre o espetáculo

Oito atores e uma atriz se revezam no palco em uma viagem musical pela trajetória do Rei do Baião. Como em qualquer história de homem que vira mito, a vida de Luiz Gonzaga tem passagens em que as versões de seus biógrafos não convergem, em que realidade e fantasia se confundem, e o autor e diretor João Falcão se sentiu livre para tratar mais do mito do que do homem.

“É a história de Luiz Gonzaga, mas não é Wikipédia”, diz Falcão, que evitou qualquer didatismo na construção do texto, embora tenha lido vários livros sobre um dos artistas mais importantes da música brasileira, morto em 2 de agosto de 1989, cujo centenário de nascimento foi comemorado em dezembro de 2012.

A opção por uma abordagem teatral, não enciclopédica, fica explícita logo no início da peça, quando uma trupe se apresenta para contar a “lenda do Rei Luiz”. Os atores desta trupe anunciam que encenarão uma história iniciada “no sertão do Araripe lá pelos idos do século XX”.

 

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Sobre o elenco

Nessa montagem, João Falcão apresenta dois novos talentos ao público: Marcelo Mimoso, que narra boa parte da história de Gonzaga no palco e canta a maioria das músicas, nunca tinha assistido a uma peça antes. Filho de sanfoneiro, Marcelo é taxista e também cantor de forró. Foi descoberto pelo diretor João Falcão numa noite em que se apresentava em um bar da Lapa.

O único papel feminino do elenco é de Larissa Luz (indicada ao Prêmio FITA 2013 de melhor atriz), o primeiro de sua carreira já que ela não era atriz, mas sim cantora. Descoberta por João, assim como Marcelo Mimoso, Larissa era cantora do famoso grupo baiano AraKetu e esta foi sua estreia no teatro. “Vi Larissa cantando num vídeo de internet que um amigo me mostrou”, conta o diretor que confessa gostar de experimentar pessoas em outras áreas de atuação.

Sobre a montagem e a direção musical

As referências são maciçamente nordestinas, sobretudo pernambucanas. Luiz Gonzaga nasceu no município de Exu, de onde saiu aos 17 anos para ganhar o mundo. João Falcão também é de Pernambuco, da cidade de São Lourenço da Mata. “A festa mais importante da minha casa era a de São João, e São João era Luiz Gonzaga. Ele era patrimônio do povo, mais do que qualquer outro artista. Poucas músicas que estou usando no espetáculo descobri agora. A maioria eu sabia de cor, já sabia tocar”, conta ele, que também é compositor.

Na história do rei do baião, João Falcão se permitiu rebatizar duas mulheres importantes da vida do músico, Nazarena (o primeiro grande amor) e Odaléa (a mãe de Gonzaguinha) como Rosinha e Morena, respectivamente, nomes que aparecem em músicas do compositor. E ainda se permitiu criar um encontro que nunca aconteceu: Luiz Gonzaga e Lampião, dois mitos nordestinos. Também há espaço para se falar da originalidade de Gonzaga, um artista que, a partir dos ensinamentos de seu pai, Januário, criou em sua sanfona um gênero, o baião, e o transformou em sucesso e patrimônio nacionais.

Dentre as cerca de 40 canções que estão no espetáculo há sucessos como “Cintura fina”, “O xote das meninas”, “Qui nem jiló”, “Baião”, “Pau-de-arara” e sua mais célebre criação, “Asa branca”. De acordo com a linha não dogmática de todo o espetáculo, o grupo não ficou preso à estrutura básica do forró, que é sanfona-triângulo-zabumba.

No conjunto dos quatro instrumentistas virtuoses que atuam no palco, há, além do sanfoneiro (Rafael Meninão) e do percussionista (Rick De La Torre), um violoncelista (Daniel Silva) e um rabequeiro e violeiro (Beto Lemos). Os arranjos de todas as músicas foram elaborados pelos quatro músicos, que por conta da longa temporada estão em grande sintonia e presenteiam a plateia com improvisos em todas as apresentações, um privilégio para o espectador e uma renovação diária para a montagem. Beto Lemos rouba a cena em “Assum Preto”, em um solo de rabeca que já foi aplaudido durante cinco minutos em cena aberta.

 

SERVIÇO

Musical Gonzagão A Lenda

Dias 13, 14 e 15 de fevereiro às 20h

Teatro Alberto Maranhão | Praça Augusto Severo – Ribeira

Informações: (84) 9638-8426

www.facebook.com/GonzagaoOMUSICAL

 

Com informações de Assessoria de Imprensa.

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