“Grupo de Assu” é acusado de ingerências na Funasa

Informações extraoficiais dão conta que existe um clima de terror na Funasa/RN, implantado pelo chamado “Grupo de Assu”. O novo superintendente estadual da Fundação Nacional de Saúde do Estado do Rio Grande do Norte, Marcos Aurélio de Paiva Rêgo, ex-prefeito de Riacho da Cruz, segundo fontes deste informativo, vai precisar de muito “jogo de cintura” e “coragem” para inibir ações que estariam colocando em risco a gestão do órgão.

Os integrantes do “Grupo de Assu” estariam há pelo menos três anos “mandando e desmandando” na Funasa RN. Uma das fontes, pedindo para não ser identificada temendo represálias, relatou: “Existe um esquema muito grande para beneficiar um pequeno grupo, em detrimento de outros. Na Funasa existe um pregoeiro, João  Carlos, que é servidor, e simplesmente foi escanteado. Para se ter ideia das irregularidades, um dos homens de confiança de lá, um tal de Carlinhos, já foi até condenado por improbidade administrativa e continua exercendo cargo de destaque e até assinando como substituto eventual do Setor de Administração”.

Outra fonte acredita que os desmandos têm como alvo o controle de contratos de empresas terceirizadas que prestam serviço à Funasa. “Pelo que dizem por lá, quando a empresa não paga propina, ou paga pouco, começa a ser alvo da ira do Grupo de Assu, que passa a fazer de tudo para acusar a terceirizada, para botar outra no lugar”, denuncia.

E qual o motivo da denominação “Grupo de Assu”? Uma terceira fonte responde: “Tem umas pessoas ligadas à cúpula da Funasa, há alguns anos, que vieram de Assu e passaram a integrar o esquema. Algumas dessas pessoas recebem diárias constantemente, são mandadas para fazer cursos, mas nunca ninguém viu nenhuma delas fazer nada relacionado aos tais cursos. Enquanto isso, o servidor conhecido como Manoel Goroba foi devolvido para a cidade de Caicó, sob alegação de a Funasa não ter recursos para pagar as suas diárias”.

 

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