Não importa de onde saiam, balas devem abater criminosos que tocam terror no Brasil

7 nov by João Ricardo Correia

Não importa de onde saiam, balas devem abater criminosos que tocam terror no Brasil

Era madrugada desta terça-feira, 7, e entre um sono e outro, ouvia a programação da rádio CBN. Num determinado momento, um entrevistado, que não consegui saber quem era, afirmava que 60 ONGs estão preocupadas com a possibilidade levantada pelo governador eleito do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, de colocar atiradores de elite para abater os bandidos que portam fuzis e outras armas de guerra, em via pública.

O tal sujeito ainda disse ter ouvido que drones poderiam ser usados nos ataques aos suspeitos e que isso era admissível. Segundo ele, o tráfico de drogas responderá à altura, podendo provocar mortes de inocentes.

O que não mais podemos aceitar é a bandidagem ditando as regras. Evidentemente, mortes de inocentes são cruéis, lamentáveis, mas vêm ocorrendo há anos, sem que o Estado tenha se preparado para enfrentar os bandidos. Também é verdade que muitos policiais não agem de maneira mais severa, porque sabem que sofrerão punições.

Não importa de onde venham as balas que acertem os marginais. O importante é que venham, e logo. As forças de segurança brasileiras precisam ter segurança jurídica para agir. A sociedade não pode mais ficar ajoelhada, deitada no chão, nos assoalhos dos ônibus, embaixo das camas, diante de criminosos covardes, sanguinários. Essa turma que anda abanando a bunda, portando fuzis, metralhadoras, deve mesmo ser abatida, pela continuidade da vida de homens e mulheres de bem, de crianças, de todos os brasileiros decentes.

João Ricardo Correia

ByJoão Ricardo Correia

Formado em Comunicação Social pela UFRN. Experiências profissionais em rádio, jornais, TV, informativos virtuais e assessorias de imprensa. Editor geral do Portal Companhia da Notícia.

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