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7 nov by João Ricardo Correia Tags:, , , , ,

Blogueiro morre enquanto trabalhava como cobrador de alternativo

Fatalidade aconteceu nesta quarta-feira à noite, em Natal (Foto: José Aldenir/Joinha)

O blogueiro Rodrigo Wagner, que mantinha um informativo virtual que priorizava a política potiguar, morreu por volta das 19:15 horas desta quarta-feira, 7, na avenida Senador Salgado Filho, em Natal. Ele também trabalhava como cobrador em um veículo de transporte alternativo e foi exercendo essa atividade que perdeu a vida.

Rodrigo era apaixonado pela política

Há duas versões preliminares para a fatalidade, segundo fontes extraoficiais: o comunicador teria escorregado do veículo em movimento, que estaria com a porta aberta, batido com a cabeça no asfalto e morrido na hora. Ou ele teria escorregado e caído ao descer do veículo, batendo com a cabeça num muro de concreto.

A Polícia Civil vai investigar o caso.

O repórter fotográfico José Aldenir (Joinha) registrou a presença da equipe do Instituto Técnico-Científico de Polícia (Itep) e diversos curiosos no local.

A equipe do Blog comandado por Rodrigo Wagner postou o seguinte texto (em itálico):

É com todo pesar que a equipe que auxiliava este blog, vem trazer a triste notícia do falecimento de nosso querido amigo e titular deste blog, Rodrigo Wagner. Ele parte deixando-nos muitas lições de amor, amizade e humanidade.

As pessoas são insubstituíveis em sua existência, e quando são especiais, além da falta que fazem àqueles que as amam, deixam o mundo mais pobre. Sem o nosso amigo, o mundo perde um pouco do seu brilho, alegria e cor.

Não temos palavras para expressar os nossos sentimentos. Pedimos a Deus que conforte o coração dos familiares e amigos neste momento de dor. Que a luz e o amor divino pairem sobre a alma de quem sofre esta imensurável perda, e os console e lhes dê serenidade para atravessar esta tempestade.

A Deus pedimos também que dê ao nosso amigo Rodrigo, o merecido repouso eterno em seu reino. Muito respeitosamente, prestamos as nossas condolências e deixamos os nossos mais sinceros pêsames.

Em Tempo: Esse Blog em breve sairá do ar,quem quiser deixar sua mensagem fique a vontade.

Rodrigo Faleceu enquanto trabalhava num alternativo, ao descer do veículo, bateu a cabeça no muro de concreto vindo a óbito no local…

9 jan by João Ricardo Correia Tags:, , , ,

Cobrador receberá adicional de insalubridade por vibração em ônibus

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A Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) condenou a Viação Sidon Ltda., de Belo Horizonte (MG), a pagar adicional de insalubridade a um cobrador de ônibus devido à exposição a vibrações mecânicas excessivas durante a rotina de trabalho. A Turma conheceu do recurso do cobrador e restabeleceu sentença que reconhecia o direito ao adicional.

A perícia oficial comprovou que o cobrador era exposto a vibração superior ao limite de tolerância estabelecido pela Organização Internacional para Normalização – ISO, de 0,83m/s² (metros por segundo ao quadrado) para oito horas trabalhadas, caracterizando insalubridade em grau médio. O juízo da 10ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte (MG) acolheu o pedido do empregado, que trabalhou na empresa de 1994 a 2010, e determinou o pagamento do adicional e seu reflexo sobre as demais parcelas.

A Viação Sidon recorreu ao Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (MG) e conseguiu reverter a condenação. O TRT entendeu que, apesar da prova pericial, a função de cobrador de ônibus não consta na relação oficial do Ministério do Trabalho de atividades consideradas insalubres por vibração mecânica. O Regional também relatou que o laudo pericial foi realizado em apenas um dos ônibus, dos veículos apresentados pela viação em que o cobrador trabalhou.

No recurso ao TST, o trabalhador alegou equívoco da decisão do TRT, já que o anexo 8 da Norma Regulamentadora 15 do Ministério do Trabalho e Emprego prevê a caracterização da insalubridade pela exposição ao risco, independentemente da atividade, local e profissão.

O relator do recurso, ministro Walmir Oliveira da Costa, assinalou que o adicional de insalubridade é devido a qualquer trabalhador que se exponha às vibrações acima do limite estabelecido. “Não há rol de trabalhadores ou de locais de trabalho em que incidirá o anexo 8 da NR 15”, concluiu.

Na decisão, o ministro destacou que houve violação ao artigo 192 da CLT, que trata sobre o pagamento de adicional salarial a atividades insalubres, e lembrou que o TST, em situações análogas, manteve a condenação ao adicional.

A decisão foi unânime.

 

Fonte: Portal do TST / Foto: www.antenados.net.br

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