29 ago by João Ricardo Correia Tags:, , , ,

Projeto garante ajuda de custo a paciente do SUS que se trata em outra cidade

Está pronto para votação no Plenário do Senado Federal o projeto que garante ajuda de custo para pacientes do SUS que necessitem de tratamento fora da cidade onde vivem. O PLS 264/2017, do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), prevê o pagamento para os gastos do paciente com alimentação, transporte e hospedagem.

O benefício valerá para deslocamentos superiores a 50 quilômetros. Para ter o direito garantido, é necessária indicação médica de tratamento em outra unidade mais distante e a autorização do gestor municipal ou estadual do SUS, aliada à garantia do atendimento na outra cidade. A ajuda só poderá ser paga após esgotados todos os meios de tratamento na cidade onde reside o paciente. Um acompanhante também poderá ter direito à ajuda, caso solicitado.

11 dez by Henrique Goes Tags:, ,

Custo de vida: famílias com renda de até 2,5 salários sentem elevação de 0,65%

O Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1), que mede a variação de preços da cesta de compras de famílias com renda até 2,5 salários mínimos, registrou inflação de 0,65% em novembro deste ano. A taxa é inferior à observada em outubro, que havia sido 0,73%. O IPC-C1 acumula índices de 4,39% no ano e 5,18% nos últimos 12 meses.

custo
Imagem de internet

O resultado também é menor que o do Índice de Preços ao Consumidor Brasil (IPC-BR), que calcula a inflação para todas as faixas de renda e que tem taxas de 0,68% em novembro e 5,59% em 12 meses.

A queda do IPC-C1 foi puxada por taxas menores em grupos de despesa como alimentação, que passou de 1,13% em outubro para 0,8% em novembro, e transportes, que passou de uma inflação de 0,26% para uma queda de preços de 0,03%. Também tiveram recuo as taxas de saúde e cuidados pessoais (de 0,58% para 0,43%) e educação, leitura e recreação (de 0,6% para 0,51%).

Por outro lado, a inflação avançou nos grupos de despesas diversas (de 0,26% para 1,26%), habitação (de 0,69% para 0,77%), vestuário (de 0,69% para 0,78%) e comunicação (de 0,44% para 0,77%).

 

Fonte: Agência Brasil

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