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6 nov by João Ricardo Correia Tags:, , , , ,

Petrobras fecha terceiro trimestre com lucro líquido de R$ 6,6 bilhões

A Petrobras fechou o terceiro trimestre do ano com um lucro líquido de R$ 6,6 bilhões, resultado mais de 2.300% superior aos R$ 266 milhões obtidos no mesmo período no ano passado.

Assim, a estatal encerra os primeiros nove meses do ano com um lucro líquido de R$ 23,6 bilhões, crescimento de 371% em relação a igual período de 2017.

O resultado reflete maiores margens na comercialização de derivados no mercado interno e o aumento das exportações, além da alta do preço do barril do óleo no mercado externo e da depreciação do real frente ao dólar.

Os números foram divulgados hoje (6) pelo presidente da empresa, Ivan Monteiro, e indicam que o Ebitda ajustado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) atingiu o recorde histórico de R$ 85,7 bilhões, com margem de 33%.

Por Nielmar de Oliveira – Repórter da Agência Brasil / Rio de Janeiro

5 nov by João Ricardo Correia Tags:, , , ,

Palestra gratuita em Natal vai tirar dúvidas sobre bolsa de valores

O mercado financeiro tem diversas oportunidades para quem quer aumentar e proteger o seu patrimônio. Apesar disso, ele é ainda visto com desconfiança por muita gente.

Para tirar dúvidas do público e apresentar uma nova forma de lidar com seu próprio dinheiro, o especialista em mercado de capitais Vitor Santhiago vai fazer uma palestra gratuita sobre o tema, amanhã, dia 6.

Com o tema “o que não te contaram sobre o mercado financeiro”, o evento e vai trazer informações e novidades sobre bolsa de valores, investimento e as operações em curto prazo e alto potencial de retorno (trade).

2 maio by João Ricardo Correia Tags:, , , , ,

Mercado financeiro projeta inflação de 6,94% e queda da economia em 3,89%

ECONOMIA1

A projeção de instituições financeiras para a inflação  este ano foi reduzida pela oitava semana consecutiva. Desta vez, a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 6,98% para 6,94%. Para 2017, a projeção foi reduzida de 5,80% para 5,72%, no quarto ajuste consecutivo. Os números são do Boletim Focus, que é divulgado às segundas-feiras pelo Banco Central (BC). Ele traz projeções de instituições financeiras consultadas semanalmente sobre os principais indicadores da economia.

Mesmo com as reduções, as estimativas estão acima do centro da meta de 4,5%. O limite superior da meta de inflação é 6,5%, este ano e 6%, em 2017. É função do Banco Centra fazer com que a inflação fique dentro da meta. Um dos instrumentos usados para influenciar a atividade econômica e a inflação é a taxa básica de juros, a Selic.

Quando o Comitê de Política Monetária do Banco Central aumenta a Selic, a meta é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Já quando o Copom reduz os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, mas a medida alivia o controle sobre a inflação.

O BC tem que encontrar equilíbrio ao tomar decisões sobre a taxa básica de juros, de modo a fazer com que a inflação fique dentro da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional.

A projeção das instituições financeiras para a Selic, ao final de 2016, foi mantida em 13,25% ao ano. Para o fim de 2017, a expectativa passou de 12% para 11,75% ao ano. Atualmente, a Selic está em 14,25% ao ano.

Atividade econômica

A estimativa para a queda do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, foi alterada de 3,88% para 3,89%, na décima quinta piora consecutiva. Para 2017, a estimativa subiu de 0,30% para 0,40%, no segundo ajuste seguido.

A estimativa para a queda da produção industrial passou de 5,80% para 5,83%, este ano. Para 2017, a projeção de crescimento foi ajustada de 0,54% para 0,50%.

A projeção para a cotação do dólar passou de R$ 3,80 para R$ 3,72 ao fim deste ano, e de R$ 4 para R$ 3,91, no fim de 2017.

 

 

Fonte: Agência Brasil

22 abr by João Ricardo Correia Tags:, , , , ,

Investimento estrangeiro soma US$ 17 bilhões no 1º trimestre

DOLAR1

Os investidores estrangeiros voltaram a apostar na retomada da economia brasileira em março. Dados divulgados na quarta-feira (20) pelo Banco Central apontam a entrada US$ 5,557 bilhões em Investimento Direto no País (IDP) no mês passado, sendo US$ 3,1 bilhões em participação de capital (compra de ações empresas).

Com o resultado de março, o primeiro trimestre somou quase US$ 16,933 bilhões em investimento externo no Brasil, superando os cerca de US$ 13,149 bilhões registrados no intervalo janeiro-março de 2015. Já no acumulado de 12 meses, o capital entrante soma US$ 78,9 bilhões, atingindo 4,56% do Produto Interno Bruto (PIB).

O ingresso maior de capital e o superávit da balança comercial de US$ 11 bilhões até a terceira semana de março são fatores que ajudaram o Brasil a reduzir o déficit em conta corrente, que registra todas as operações do País com o exterior.

Em março, o saldo negativo da conta corrente foi de US$ 855 milhões, superando a projeção inicial do BC de US$ 1,7 bilhão. Foi o menor déficit mensal desde 2009, quando o saldo ficou negativo em US$ 828,5 milhões no mês de agosto daquele ano.

Já no acumulado de 12 meses, o saldo negativo foi de US$ 41,4 bilhões, equivalente a 2,39% do PIB. É a menor participação em relação ao PIB menor desde 2010, quando o déficit representou 3,7% do PIB. As transações correntes envolvem todos os produtos e serviços que o Brasil negocia com o exterior.

Os números indicam que Brasil está conseguindo financiar o saldo negativo na conta de transações correntes do balanço de pagamentos. Ou seja, o País diminui a necessidade de financiamento externo.

O Banco Central registrou aumento no saldo das reservas internacionais, com US$375,2 bilhões ao final de março. O volume aumentou US$3,5 bilhões em relação ao final de fevereiro.

Fonte: Portal Brasil, com informações do BC e do MDIC

6 out by João Ricardo Correia Tags:, , , ,

Dólar fecha em R$ 3,90: menor valor em quase três semanas

DOLAR1

A moeda norte-americana fechou esta segunda-feira (5) no menor nível em quase três semanas. O dólar comercial caiu R$ 0,045 (-1,14%) e foi vendido a R$ 3,901. A cotação é a mais baixa desde 17 de setembro, quando tinha encerrado em R$ 3,882.

O dólar operou em baixa durante todo o dia. Na mínima, por volta de 12h45, chegou a ser vendido a R$ 3,892. Nas horas seguintes, a cotação oscilou, até fechar pouco acima de R$ 3,90. A moeda caiu 1,6% em outubro, mas acumula alta de 46,7% em 2015.

O dia também foi marcado pelo otimismo na bolsa de valores. O índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, fechou em alta de 1,20%, aos 47.598 pontos. As ações ordinárias da Petrobras avançaram 2,73%. Desde agosto do ano passado, a bolsa não subia por cinco dias seguidos.

O Banco Central (BC) continuou a renovar os contratos de swaps cambiais que vencem em novembro. O banco adiou o vencimento de 10.275 contratos nesta segunda. Os swaps cambiais equivalem à venda de dólares no mercado futuro. Na renovação, o BC não vende novos contratos, apenas troca a data de vencimento dos contratos existentes.

Nesta segunda-feira, o banco não vendeu novos contratos de swap. Há dez dias, a autoridade monetária não faz leilões de linha, em que vende dólares das reservas internacionais com compromisso de recomprar o dinheiro semanas mais tarde.

Contribuiu para a queda do dólar o otimismo no cenário externo. A redução na criação de empregos nos Estados Unidos em agosto e em setembro trouxe a expectativa de que o Federal Reserve (Banco Central norte-americano) adie o aumento de juros da maior economia do planeta. Juros baixos por mais tempo nos Estados Unidos desestimulam a fuga de capitais de países emergentes como o Brasil, segurando a cotação do dólar.

 

Fonte: Agência Brasil

25 set by João Ricardo Correia Tags:, , , ,

Banco Central entra em cena e dólar opera em baixa

DOLAR1
Depois de forte oscilação ontem (24), o dólar comercial opera em baixa, na manhã de hoje (25). Às 9h19, o dólar estava cotado a R$ 3,89, chegou a R$ 3,93, por volta de 9h40 e às 10h estava em R$ 3,91. Por volta das 10h50, o BC anunciou mais um leilão de swap cambial (operação equivalente à venda de dólares no mercado futuro) de até 20 mil contratos. Nesse horário, o dólar voltou a R$ 4. Ontem, a moeda chegou a R$ 4,248 na máxima do dia, por volta das 10h30, mas fechou cotada a R$ 3,99. A cotação passou a cair depois que o presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, não descartou a possibilidade de venda de dólares das reservas internacionais, no mercado à vista. “Todos os instrumentos estão no raio de ação do Banco Central caso seja necessário”, disse Tombini, que participou, pela primeira vez, do início da coletiva de imprensa sobre o Relatório Trimestral de Inflação, divulgado ontem. A venda de dólares das reservas internacionais não é feita desde fevereiro de 2009. (Agência Brasil)

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PARQUE DAS DUNAS
Dando continuidade ao mês dedicado a informação, educação e envolvimento que transformou o Rio Grande do Norte no estado da cidadania, a programação do Setembro Cidadão, que tem como parceira a Secretaria Estadual de Educação e da Cultura – SEEC, continua até o final do mês reservando vários momentos de aprendizado e descontração. Amanhã (26) é a vez do Parque das Dunas receber a turma do Setembro Cidadão, a partir das 8h, para atividades envolvendo as áreas da saúde, bem estar e esporte.

PARQUE DAS DUNAS 2
São parceiras dessa ação no Parque das Dunas, a Secretaria Estadual de Esporte e Lazer (SEEL) e instituições da área da saúde com atividades para envolver desde crianças a idosos. Na programação, estão o xadrez cidadão (com instrutores), jogo do caça ao tesouro, palestras com orientações nutricionais, fitoterápicas, fisioterapêuticas, entre outras. Assim como vem ocorrendo desde o início do mês, o foco é inserir no dia a dia das pessoas a fórmula básica do Setembro Cidadão: Educação + Informação= Cidadania.

TRILHOS
Após uma semana com ações sobre educação no trânsito, realizada na praça Augusto Severo, no bairro da Ribeira, nesta sexta-feira, 25, arte-educadores da Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito Urbano – STTU se juntaram à equipe da CBTU para promover uma ação educativa no VLT.

TRILHOS 2
O grupo percorreu o trajeto de ida e volta entre a estação Natal, na Ribeira, e a estação final da linha, em Parnamirim. Ao longo do percurso, a equipe promoveu a conscientização dos passageiros através do diálogo e distribuição de panfletos relacionados aos cuidados necessários com o sistema ferroviário, dicas de segurança durante as viagens de trem, material voltado ao público infantil e também sobre a história da ferrovia no Estado.

MÉDICOS
Os médicos residentes do Sistema Único de Saúde, que paralisaram seus serviços ontem (24), retomaram hoje as atividades. O movimento, que durou 24 horas, ocorreu em todo o país para reivindicar melhores condições de trabalho e ensino. Para atender casos de emergência, 30% dos residentes trabalharam.

MÉDICOS 2
Em entrevista, o presidente da Associação Nacional dos Médicos Residentes (ANMR), Arthur Danila, disse que a discussão feita na reunião da sexta-feira (18) com o Ministério da Educação foi insatisfatória e, por essa razão, a categoria foi às ruas pedir melhorias.

GREVE
A greve dos petroleiros deflagrada ontem (24) é parcial e atinge cinco sindicados, ligados à Frente Nacional dos Petroleiros (FNP), dos 17 que representam a categoria. Os outros 12 sindicatos ligados à Federação Única dos Petroleiros (FUP) não aderiram ao movimento. A assessoria de imprensa da FNP admitiu que o movimento não chega a afetar as principais atividades da companhia, já que os sindicalistas ligados à FUP são maioria e estão lotados nas bases operacionais de peso da companhia, aí incluídas as principais refinarias e unidades de produção.

INTELIGENTE E HUMANA
O prefeito Carlos Eduardo e a reitora da UFRN, Ângela Cruz, assinam nesta segunda-feira 28, às 16H, em solenidade no Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte, termo de Cooperação Técnica para a criação do Programa Natal Cidade Inteligente e Humana. O programa tem por objetivo promover a cooperação no conhecimento e inovação, por meio de ações integradas para o desenvolvimento de soluções urbanas inovadoras, como segurança pública, mobilidade urbana, turismo, saúde, educação, entre outras áreas.

INTELIGENTE E HUMANA 2
A assinatura do termo será precedida por reunião com instituições acadêmicas, empresariais e financeiras, e ocorre dentro da programação da visita técnica do  Professor Doutor Álvaro de Oliveira, da Universidade Aalto Helsinki (Finlândia), que durante três dias estará se inteirando sobre o perfil tecnológico e de ensino avançado da Região Metropolitana de Natal. Álvaro coordena a Rede de Human Smart Cities e é Presidente Emérito da Rede Europeia de Living Labs (EnoLL).

PAGAMENTOS
A União tem preferência em relação a advogados na hora de receber pagamentos. A tese confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região é a de que a jurisprudência e a doutrina afastam a preferência de pagamento de honorários advocatícios em desfavor de crédito tributário da União.

PAGAMENTOS 2
O entendimento foi apontado pela Advocacia-Geral da União em um caso de processo judicial de cobrança de R$ 370 mil, para evitar que a advogada da parte devedora obtivesse antes da própria União o direito de receber parte do valor relacionado à arrematação de imóvel penhorado para execução fiscal do débito.

27 abr by João Ricardo Correia Tags:, , , , ,

Dólar em alta favorece aumento do turismo doméstico

TURISMO1

Com o dólar caro, há uma tendência de aumento do interesse dos brasileiros por viagens domésticas. A valorização da moeda norte-americana dá também maior competitividade ao turismo para estrangeiros. Entidades do setor de turismo confirmam o cenário positivo, mas argumentam que os custos para operar impedem o barateamento dos pacotes, e que não há divulgação suficiente do Brasil no exterior.

No primeiro trimestre deste ano, a cotação do dólar encostou em R$ 3,30. Do fim de março para cá, a moeda devolveu parte da alta, mas permanece cotada perto de R$ 3. O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (Abih), Enrico Fermi, afirma que a maior procura por destinos nacionais foi registrada em dezembro de 2014 e nos três primeiros meses deste ano.

“Há tendência de migrarem para o turismo interno. Nossa taxa de ocupação cresceu. Na cidade de Natal, tivemos aumento de 14% na ocupação em relação a outros anos”, exemplifica. Ele ressalta que a valorização do dólar torna o Brasil mais atraente para o turista estrangeiro. “O poder de compra dele aumenta. Mas a carga tributária alta impede que o Brasil ofereça preços mais baixos. Hoje, o Caribe tem os melhores preços [para estrangeiros]”, informa.

O vice-presidente da Associação Brasileira das Agências de Viagem de São Paulo (Abav-SP), Edmar Bull, acredita que o dólar mais alto será positivo para o turismo doméstico este ano. Ele destaca que a modalidade será impulsionada ainda pelo grande número de feriados curtos. “Isso ajuda muito os destinos domésticos”, frisa.

Na Abav nacional, a expectativa é que as viagens internacionais dos brasileiros fiquem estáveis e as viagens internas cresçam 5% em 2015 em relação a 2014. Na avaliação de Leonel Rossi, vice-presidente de Relações Internacionais da entidade, o crescimento do movimento doméstico não deve ocorrer isoladamente em função do dólar mais caro. Segundo Rossi, tanto o turismo interno quanto o internacional têm muita margem para crescer.

“São 7 milhões de turistas internacionais e 45 milhões de turistas domésticos por ano, em uma população de mais de 200 milhões de pessoas. As duas [modalidades de turismo] estarão sempre crescendo. Nos últimos três anos, 13 companhias aéreas internacionais vieram para o Brasil. O crescimento do turismo é irreversível”, diz ele, que defende mais investimentos para o setor.

“O dinheiro que temos para promover o Brasil no exterior é pouco. Após a Copa do Mundo, devíamos ter aproveitado para fazer um marketing pesado, mas não houve verba para isso. Agora, o dólar mais alto facilitou que o turista estrangeiro venha para cá, mas tem que mostrar o Brasil para o mundo”, ressalta.

Dados do Banco Central mostram que, no primeiro trimestre de 2015, os gastos de estrangeiros no Brasil cresceram 2,81%, de US$ 533 milhões para US$ 548 milhões. Para Leonel Rossi, o crescimento é pequeno, ficando aquém do potencial do país como destino turístico.

 

Fonte: Agência Brasil

24 fev by João Ricardo Correia Tags:, , , , ,

Gastos de brasileiros no exterior aumentam 4% em janeiro

DOLAR1

Mesmo com dólar em alta, gastos dos brasileiros em viagens internacionais cresceram em janeiro deste ano, tanto na comparação com dezembro quanto em relação a igual mês de 2014. Os gastos atingiram US$ 2,207 bilhões em janeiro de 2015 e registraram aumento em relação aos US$ 2,123 bilhões de dezembro e aos US$ 2,12 bilhões de janeiro de 2014. Em comparação aos dois períodos, houve alta aproximada de 4%.

Em 2014, ano em que a moeda norte-americana teve sucessivas altas, o maior volume de gastos de brasileiros no exterior ocorreu em julho, quando houve desembolsos de US$ 2,414 bilhões, maior resultado mensal registrado pelo BC. No acumulado de janeiro a dezembro de 2014, os gastos dos brasileiros com viagens internacionais somaram US$ 25,608 bilhões, cifra recorde na comparação com anos anteriores.

O chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel, avalia que o crescimento da renda e o planejamento antecipado das viagens favorecem o fenômeno. “Tivemos, em 2014, crescimento da renda real, como o IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística] mostra. Particularmente no caso de viagens, é importante lembrar que boa parte dos pacotes são planejados com antecedência. O câmbio no final do ano [de 2014] chegou a R$ 2,64, mas em setembro estava a R$ 2,33”, disse.

O dólar terminou ontem (23) a R$ 2,879, após chegar a R$ 2,90 ao longo do dia. Com relação aos gastos de estrangeiros no Brasil, eles deixaram US$ 555 milhões no país em janeiro de 2015, 13,68% menos que os US$ 643 milhões registrados no mesmo mês do ano passado.

 

Fonte: Agência Brasil

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