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30 jul by João Ricardo Correia Tags:, , ,

Governador Robinson Faria, as “mais de mil obras” do seu governo existem?

Há exatos 25 dias, este jornalista recebeu e-mail da Assessoria de Comunicação do Governo do Estado do Rio Grande do Norte (VEJA ABAIXO), informando que enviaria, segundo solicitado algumas vezes, a lista com as “mais de mil obras” anunciadas frequentemente pelo governador e pré-candidato à reeleição Robinson Faria. Até agora, a relação não foi informada.

Desde junho passado, por meio do Twitter, Facebook, Instagram e site, o questionamento foi feito. A publicidade do Governo anuncia obra número tal, Robinson visita algumas obras, mas não atende a uma solicitação de um profissional que nada deseja além do direito de acesso à informação.

É esse o tratamento que o Governo do RN dá a um comunicador que o questiona? Quer dizer que os “queridinhos do poder” merecem “respeito” e atenção e quem tem a intenção tão e somente só de praticar o jornalismo verdadeiro fica ignorado?

Continuarei questionando, desempenhando minha função. E o Governo do Estado que responda. Ou fique se escondendo por trás da publicidade paga pelo nosso dinheiro. O que há de errado em responder? Não existem as tais “mais de mil obras”? Seria uma “fake news” chapa-branca?

Quero a relação das obras, numeradas, identificadas, quais estão em andamento, quais foram inauguradas, se existem algumas suspensas e o porquê.

Governador Robinson Faria, já que sua Assessoria não responde, o senhor estaria à disposição de fazê-lo? Ou concorda com o silêncio? Hein, governador? E os deputados de oposição ao Governo Robinson Faria? O que pensam disso?

João Ricardo Correia

30 jul by João Ricardo Correia Tags:, , ,

Jornal indenizará desembargadora em R$ 120 mil por calúnia

Para o juiz Josimar de Miranda Andrade, da 20ª Vara Cível do Rio de Janeiro, o dever de informar dos jornais e jornalistas “deve ser exercido com extrema cautela”. Segundo ele, jornalistas têm o dever de checar a veracidade de informações e evitar a disseminação de “notícias falsas”. Com base nessa tese, ele condenou o Jornal da Cidade Online, de Rio Claro (SP), e seu editor, José Pinheiro Pinheiro Filho, a indenizar a desembargadora Inês da Trindade Chaves de Melo do Tribunal de Justiça em R$ 120 mil por calúnia.

A reportagem que motivou a ação por danos morais incluía a desembargadora numa cota de influência da ex-primeira dama do Rio, Adriana Ancelmo, que é advogada e foi condenada à prisão por lavagem de dinheiro. Inês seria indicada por Adriana para o cargo em troca de favorecer seus interesses no tribunal.

Na inicial, a desembargadora, representada pelos advogados Eduardo Biondi e Fernando Orotavo Neto, do Fernando Orotavo Advogados, diz que nunca teve contato com Adriana Ancelmo e foi nomeada ao TJ por antiguidade. É juíza de carreira desde 1980 e chegou à corte em 2010. Segundo Inês, a promoção por antiguidade “ultrapassa as competências do Poder Executivo”.

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