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9 nov by João Ricardo Correia Tags:, , , , , , , , , ,

PT e PRB articulam lançar chapa para tomar lugar de Robinson Faria

Senadora Fátima Bezerra, do PT, teria como companheiro de chapa…

 

Uma candidatura ao Governo do RN, em 2018, pode ter começado a ser concretizada nesta semana, sob as bênçãos do todo-poderoso da Igreja Universal do Reino de Deus, o bispo Edir Macedo. Lideraria a chapa a senadora petista Fátima Bezerra, que teria como vice o sanfoneiro, vereador em Natal e também bispo da IURD, Francisco de Assis, presidente do PRB na capital potiguar.

Nesta quarta-feira, segundo fontes deste informativo, líderes do PRB, partido que tem em seus quadros dezenas de evangélicos que seguem a orientação de Edir Macedo, e de agremiações religiosas que, digamos, não leem na cartilha da Igreja Universal, se reuniram em Natal e disseram que o “martelo foi batido” para que o nome de vice, na possível chapa encabeçada por Fátima Bezerra, seja a do bispo Francisco de Assis. “O aval veio lá cima, mas não foi do céu, foi do bispo Edir Macedo”, brincou um dos participantes do encontro, não sabendo informar se o “fiador” do suposto acordo viria ao Rio Grande do Norte pedir votos.

 

… o bispo-vereador-sanfoneiro Francisco de Assis, da Igreja Universal

 

De acordo com fontes dotadas de trânsito livre no segmento evangélico no Estado, até profissionais de comunicação e marketing já estariam sendo procurados, com o propósito de melhorar o desempenho de Francisco de Assis ao falar em público, pois mesmo sendo sanfoneiro e líder religioso, estaria deixando muito a desejar, na opinião dos líderes nacionais do PRB, na hora de “falar em política e pedir votos”.

Um dos nomes que teriam surgido como opção para possível vice de Fátima Bezerra seria o do ex-prefeito de Parnamirim, Maurício Marques, antigo aliado e eleitor da petista, entretanto, o PRB teria dito “não”, para assegurar a vaga para um evangélico.

Agora, é esperar! Amém?!

 

12 fev by João Ricardo Correia Tags:, , , , ,

Bispo diz que saída de Júlio Protásio da liderança levará dificuldades para o prefeito

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Bispo Francisco de Assis: “Sou um servo da Igreja Universal”

O vereador Bispo Francisco de Assis, do PSB, avalia que a saída de Júlio Protásio da liderança de Carlos Eduardo na Câmara Municipal de Natal poderá levar dificuldades para o prefeito de Natal, principalmente nesse ano pré-eleitoral quando as forças políticas precisam se unir para disputar o pleito de 2016. “Quando vereadores queriam resolver as demandas do mandato o procurado era o líder Júlio Protásio, um vereador hábil e bom articulador”, ressalta o Bispo da Igreja Universal do Reino de Deus, que recentemente chegou do Rio de Janeiro e Manaus, onde realizou eventos gospel.

Filiado do PSB, partido liderado pela vice-prefeita de Natal, Wilma de Faria, o vereador Bispo Francisco de Assis ao ser questionado sobre o futuro do seu partido após sofrer derrotas para o Senado, Câmara Federal e Assembleia Legislativa, disse que se dependesse dele a presidente do PSB, Wilma de Faria seria candidata à vereadora em Natal para viabilizar a eleição de uma grande bancada de vereadores. Entretanto, diz que a ex-governadora tem posição própria e não se deixa influenciar por ninguém, mesmo que isso lhe proporcione prejuízos eleitorais. “Wilma poderia hoje ser governadora ou deputada federal, mas apesar de líder não atendeu à convocação do povo”, observa.

Questionado sobre a participação do PSB na administração do prefeito Carlos Eduardo, o que tem sido objeto de reclamações de vários integrantes do partido, o vereador Francisco de Assis afirmou: “essa pergunta compete a Wilma responder”.  Sobre a possibilidade de reeleição do prefeito Carlos Eduardo o bispo da Igreja Universal do Reino de Deus entende que “quem está no Poder só perde eleição com os castigos de Deus”. Mas, lembra que “Deus não se mete nessas coisas da política”.

Ao analisar os últimos acontecimentos envolvendo o PT, o vereador do PSB entende que “O PT está desmoralizado e que a presidente Dilma Rousseff vive o pior do momento do seu governo. Sobre sua candidatura à reeleição o bispo diz que depende da Igreja Universal. “se a igreja me convocar para outra missão estarei pronto, mas se entender que eu devo continuar na política disputarei meu quarto mandato de vereador. Sou um servo da igreja”, concluiu o líder evangélico.

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