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13 set by João Ricardo Correia Tags:, , , ,

Flávio Bolsonaro diz que o quadro de saúde do pai é “muito grave”

O deputado estadual Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) disse hoje (13) que o quadro de saúde de seu pai, o candidato à Presidência da República pelo PSL Jair Bolsonaro, ainda é “muito grave”, embora estável.

Segundo ele, a maior preocupação é com o risco de infecções, já que a cirurgia realizada na noite de ontem foi “bastante invasiva”.

Flávio Bolsonaro concedeu entrevista à rádio 97,1 FM do Rio de Janeiro e falou por quase duas horas. “Está difícil para a gente da família fazer campanha porque a cada momento há um fato novo”, disse. “Por causa de um atentado contra o meu pai, a gente tem de se readaptar.”

22 jul by João Ricardo Correia Tags:, , , , ,

Plano e hospital devem pagar cirurgia de emergência durante o prazo de carência

Se o estado de saúde de beneficiário de plano de saúde requer tratamento emergencial, devido ao risco à vida ou de lesões irreparáveis, é obrigatória a cobertura do atendimento, mesmo que seja durante o prazo de carência.
Saúde não pode ser caracterizada como simples mercadoria nem confundida com outras atividades econômicas, disse juiz.
Reprodução

Esse foi o entendimento do juiz Daniel Ribeiro de Paula, da 11ª Vara Cível de Santos (SP), ao condenar plano de saúde e hospital a custearem cirurgia de emergência e demais procedimentos em um paciente que teve o pedido negado.

De acordo com o processo, um médico credenciado pediu urgência no tratamento cirúrgico de artrodese da coluna vertebral e descompressão medular. O plano de saúde, no entanto, alegou que havia prazo de carência da cobertura, tendo em vista a preexistência da doença do paciente, além do fato de não se tratar de cirurgia de emergência, mas eletiva.

Ao analisar o caso, o juiz afirmou que a demora no procedimento pode causar danos irreversíveis e a simples alegação de não haver transcorrido o prazo de carência “não vinga, mormente porque a escusa impugnada não se aplica a casos emergenciais, como o do requerente”, configurando prática abusiva.

“Por isso, revela-se abusiva a cláusula que estipula prazo de carência para atendimentos emergenciais, inclusive internações, superior a 24 horas, porque contrária à legislação vigente, impondo-se o dever da operadora do plano de proceder à internação necessária à manutenção da vida do autor”, afirmou.

Danos morais

O juiz ainda aplicou indenização em R$ 30 mil por danos morais, porque “a conduta das rés ultrapassou o mero aborrecimento trivial ou passageiro, atingindo o estado emocional da autora, que sofreu ante a negativa em custear o tratamento”.

“Se o tormento da insidiosa doença é severo, maior ainda aquele resultante da indevida negativa de acesso a tratamento existente, disponível e remunerado”, considerou o magistrado.

Fonte: Consultor Jurídico
Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-SP

3 jul by João Ricardo Correia Tags:, , , ,

Corredômetro registra 177 pacientes em macas no RN

Na manhã desta segunda-feira (03), foi realizada a contagem dos pacientes que recebiam atendimento em macas nos corredores e em locais inadequados. Foi registrado um total de 177 pacientes em macas nos quatro maiores hospitais do estado: Walfredo Gurgel, Deoclécio Marques, Santa Catarina e Tarcício Maia.

Nos corredores, o maior número de pacientes ficou com o Deoclécio Marques, que contabilizou 53 pacientes em situações insalubres. Esse é o maior número de pacientes em macas nos corredores desde o mês de maio, onde o Walfredo Gurgel registrou nos dias 2 e 8 de maio, 59 pacientes nos corredores.

A situação se agrava no hospital Santa Catarina, que apesar de não apresentar um número alto de pacientes nos corredores, com 14 pacientes em macas, registrou a presença de sete gestantes em trabalho de parto em cadeiras, pois não havia macas e nem leitos.

Mesmo funcionando com a entrada regulada o Hospital Walfredo Gurgel apresentou 48 pacientes em macas nos corredores e 31 em outros locais, sendo ainda o que lidera o total de pacientes em macas. O hospital Tarcísio Maia contabilizou 14 pacientes em macas nos corredores e 6 em outros locais.

A contagem geral nos quatro hospitais registrou um aumento de 54% na quantidade de pacientes internados de forma irregular, em corredores e em outros locais, de 177 da semana passada, para 115 da última contagem.

Fonte: Assessoria de Imprensa do Sindsaúde

24 jul by João Ricardo Correia Tags:, , , , , ,

Hospital Walfredo Gurgel também sofre com a insegurança no RN

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Aviso fixado na tarde deste sábado, 23, no Walfredo Gurgel, maior hospital público do Rio Grande do Norte, em Natal.

A insegurança continua atormentando todos.

Há menos de dez dias, os servidores do Hospital Santa Catarina, na zona Norte de Natal, também demonstraram o medo por meio de cartazes e protestos

23 jul by João Ricardo Correia Tags:, , , , ,

ITORN: repasse do Estado deve quitar primeiro dívidas trabalhistas

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Uma audiência de cooperação judiciária realizada no salão nobre da Justiça Federal, sob a presidência dos juízes Cácio de Oliveira Manoel, da Justiça do Trabalho, e Marco Bruno Miranda Clementino, da Justiça Federal, definiu uma série de medidas a serem tomadas nos processos (trabalhistas e fiscais) do Instituto de Traumatologia e Ortopedia do Rio Grande do Norte (ITORN).

A audiência foi motivada pelo bloqueio de R$ 4 milhões, 714 mil nas contas do Governo do Estado, determinado pela Justiça do Trabalho, para pagamento de dívidas trabalhistas do hospital, que fechou suas portas.

8 mar by João Ricardo Correia Tags:, , , , ,

Rio Grande do Norte tem déficit de 100 leitos de UTI neonatal

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Após publicação de matéria exclusiva sobre a falta de vagas na UTI neonatal do Hospital Santa Catarina (VEJA LINK ABAIXO), na zona Norte de Natal, da Assessoria de Comunicação da Secretaria de Estado da Saúde Pública do Rio Grande do Norte, o Portal Companhia da Notícia recebeu a seguinte informação, nessa segunda-feira:

Entramos em contato com a direção do Hospital Santa Catarina que nos informou que o RN possui um déficit de 100 leitos de UTI Neonatal. A situação de bebês aguardando por vagas no Centro de Recuperação de Operados (CRO) acontece também em outros hospitais, como a maternidade Januário Cicco. No Santa Catarina, acontece com menor frequência. De acordo com a direção, dos cinco bebês que aguardam UTI, 2 são casos cirúrgicos e estão sendo encaminhados para o Hospital Maria Alice. Os outros três aguardam a transferência para os leitos Neonatal dentro da própria unidade. A direção acredita que consegue solucionar a questão até o fim do dia de hoje.

Confira a matéria:

http://companhiadanoticia.com.br/exclusivo-bebes-correm-risco-por-falta-de-vaga-na-uti-neo-natal/

 

Foto: Cedida

 

23 fev by João Ricardo Correia Tags:, , , , , ,

Médico usa Twitter para pedir socorro durante assalto a hospital em Natal

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A ousadia dos bandidos continua ilimitada. No Rio Grande do Norte, então, os marginais mandam e desmandam. Nesta segunda-feira à noite, o médico anestesiologista Mádson Vidal usou seu perfil no Twitter para pedir socorro durante assalto ao Hospital Maria Alice Fernandes, no conjunto Parque dos Coqueiros, zona Norte de Natal.

Bandidos armados renderam os vigilantes e levaram suas armas e coletes balísticos. O médico não informou quantos vigilantes foram vitimados, mas disse que dois bandidos armados provocaram o ataque. Segundo ele, é a terceira vez que o Hospital Maria Alice, especializado no atendimento pediátrico, é assaltado.

Enquanto isso, o governador do RN, Robinson Faria, e alguns convidados viajam à Colômbia. A comitiva jura que deseja conhecer o sistema de segurança daquele país. Se vai colocar em prática, aí tem que combinar com Papai Noel, com o Papa, etc, etc, etc…

 

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João Ricardo Correia

5 maio by João Ricardo Correia Tags:, , , ,

Parteiras podem evitar dois terços das mortes de mães e recém-nascidos

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No Dia Mundial da Parteira, lembrado hoje (5), o Fundo de População das Nações Unidas (Unfpa) destacou que o trabalho das parteiras pode evitar cerca de dois terços de todas as mortes maternas e entre recém-nascidos registradas no mundo. De acordo com a entidade, as parteiras também são capazes de oferecer 87% de todos os serviços relacionados à saúde sexual e reprodutiva materna e ao desenvolvimento do recém-nascido. Ainda assim, apenas 42% das pessoas com habilidades para serem parteiras trabalham nos 73 países onde são registradas mais de 90% das mortes maternas e de recém-nascidos.

Desde 2008, o fundo das Nações Unidas trabalha em parceria com governos e formadores de políticas públicas na tentativa de construir uma força-tarefa de parteiras competentes e bem treinadas para atuar em localidades de baixa renda.

Alana Pozelli, de 27 anos, trabalha como parteira no interior de São Paulo desde 2013. Ela faz parte do grupo Parteiras Aurora, formado por quatro enfermeiras obstétricas e uma enfermeira assistente que atendem gestantes em casa. O acompanhamento começa durante a gestação e vai até o pós-parto, com auxílio na amamentação e nos cuidados com o períneo.

“Atendemos sempre em dupla. Desta forma, se acontece alguma complicação com a mãe e com o bebê juntos, estando em duas, fica mais fácil lidar. Além do mais, diante de qualquer situação, uma consegue ajudar a outra e discutir o caso. Dá mais segurança”, explicou.

Para a profissional, que prefere ser chamada de parteira urbana, a atuação das parteiras em países como o Brasil é fundamental, uma vez que ajuda a desvincular a ideia do parto centrada no hospital e no médico. A ideia, segundo Alana, é fazer as mulheres entenderem que podem parir e que são protagonistas nesse momento.

“Nós, parteiras, vamos contra o modelo vigente no país, com altas taxas de cesáreas. Mas mudar a mente das pessoas é muito difícil. A gente ainda enfrenta muito preconceito. A informação é um divisor de águas. Hoje, as mulheres têm procurado muito esse tipo de serviço”, explicou.

 

 

Fonte: Agência Brasil / Foto: www.jaboatao.pe.gov.br

15 abr by João Ricardo Correia Tags:, , , ,

Robinson Faria, a inércia e os cadáveres

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O Hospital Geral Dr. José Pedro Bezerra, popularmente conhecido como Hospital Santa Catarina, na zona Norte de Natal, vive um dos seus piores momentos. Somente nesta terça-feira, 13 de abril, mais de 400 pessoas deram entrada em busca de consulta. Relatos de funcionários são chocantes. Este Portal preservará a identidade dos denunciantes, que temem represálias.

De acordo com uma enfermeira, grávidas esperam em pé, nos corredores, a hora de parir. As que conseguem uma cadeira são consideradas “sortudas” pelos funcionários. Pacientes que necessitam de cirurgias, inclusive em casos de acidentes graves, também são deixados em locais improvisados, por falta de leito. “Aqui está parecendo aqueles filmes que vemos na televisão, quando acontece uma tragédia e os hospitais ficam lotados”, disse um policial militar que levava uma parente para ser atendida.

Segundo uma auxiliar de enfermagem, o diretor geral da unidade, Jaime César da Silva, é um homem, aparentemente, sério, mas não tem conseguido êxito à frente do desafio. E, convenhamos, apenas com seriedade não se resolve nada. Se assim fosse, nem precisava de diretor, bastava colocar em seu lugar uma carranca. E pronto.

O que acontece no Hospital do Santa Catarina é apenas mais um desrespeito ao povo necessitado de um serviço público de qualidade. A culpa é de Robinson Faria, Rosalba Ciarlini, Garibaldi Filho, Wilma de Faria, José Agripino, Fernando Freire, Geraldo Melo e tantos governadores que não priorizaram a saúde pública. Mas também é dos prefeitos que não dotam seus municípios do atendimento básico de saúde e tudo termina sendo trazido para a capital, superlotando os hospitais de referência. E de nós, eleitores, que tantas vezes votamos errado.

Mas a hora não é apenas de apontar os culpados. O momento é de o governador Robinson Faria determinar que seja minimizado esse sofrimento aos pacientes. Ele assumiu falando muito, visitando o Hospital Walfredo Gurgel, garantindo que o Estado estaria mais seguro desde o primeiro momento e até agora nada. Com exceção de uma fotos em redes sociais e requentar projetos abandonados por Rosalba, de quem foi vice, se afastou e terminou recebendo o voto, no ano passado.

O Rio Grande do Norte soube unir forças para erguer uma porcaria de estádio de futebol para receber quatro jogos da Copa do Mundo. Agora, fala em virar tema da Escola de Samba Beija0-Flor, do Rio de Janeiro, e já começa a querer apoio da iniciativa privada.

HOMICIDIOOs deputados federais e senadores devem ir ao Hospital Santa Catarina, juntos, com o governador, com representante do governo federal, enfim, com o objetivo de resolver a situação. Chega de blablablá, de conversa mole, de ficar divulgando que arranjou recursos para tais cidades do interior, de olho nas próximas eleições. Os potiguares estão sendo assassinados nas ruas, são maltratados nos hospitais.

O governador Robinson Faria já trocou sua assessora de comunicação, Geórgia Nery. E se continuar do jeito que vai, outros pedirão exoneração até o fim do primeiro semestre de 2015. Muitos auxiliares da gestão ainda estão suportando tanta inércia, tanta paralisia governamental, mas os que tiverem capacidade para seguir outro caminho, apostem, deixarão Robinson não a ver navios, mas, sim a ver cadáveres, muitos, espalhados pelas ruas e corredores.

18 mar by João Ricardo Correia Tags:, , ,

ASSPMBM/RN repudia fechamento de UTI do Hospital da PM pelo Governo

A recente decisão do Estado de remanejar os médicos que atuam na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital Central Coronel Pedro Germano, mais conhecido como Hospital da Polícia Militar, não foi bem recebida pelos militares estaduais. De acordo com o titular da Associação de Subtenentes e Sargentos Policiais e Bombeiros Militares do RN (ASSPMBM/RN), Eliabe Marques, a medida reflete-se no descaso total do Poder Executivo à classe. O Hospital, que há mais de um ano não conta com uma equipe efetiva de psicólogos e psiquiatras ficará também sem UTI ativa, por tempo ainda indeterminado.

“É no mínimo contraditório para todos nós militares da PM aprovar a decisão do Governo, principalmente porque nos últimos meses foi anunciada a ampliação do quadro de funcionários do Hospital, por meio de novas convocações, com a função de desafogar outras unidades médicas do Estado”, comenta.

Eliabe também afirma que a ASSPMBM/RN irá cobrar providências dos agentes e órgãos públicos responsáveis pela medida, bem como do Comando Geral da PM, para suprir a demanda de profissionais do Hospital da Polícia Militar, que também realiza atendimentos voltados aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). “Nós repudiamos essa atitude do Governo, que demonstra, mas uma vez, a falta de comprometimento com que tem lidado com as nossas demandas”, completa.

 

(Fonte: LetraA Comunicação)

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