12 nov by João Ricardo Correia Tags:, , , ,

Inadimplência atinge 62 milhões de brasileiros e afeta 3% do crédito

A taxa de inadimplência ao crédito do sistema financeiro no Brasil chegou a 3,04%, ou em termos absolutos R$ 96,6 bilhões de um saldo total de R$ 3,168 trilhões. Os dados preliminares, relativos ao mês de setembro, são do Banco Central (BC). Os valores não discriminam as contas em vermelho de empresas e pessoas físicas. A inadimplência diz respeito a dívidas em atraso há mais de 90 dias.

A dívida a bancos, operadores de cartão de crédito, financeiras e leasing aflige metade (52%) dos brasileiros com “nome sujo” no Serviço de Proteção ao Crédito, o SPC Brasil. Conforme o birô de crédito, em setembro, 62,6 milhões de pessoas estavam “negativados”, equivalente à população da Itália ou pouco menos de um terço da população adulta com 20 anos ou mais – conforme cálculo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), há 209 milhões de brasileiros,194 milhões com idade a partir de 20 anos (conforme cálculo estimado na última quinta-feira,8).

Em relação às instituições financeiras, tabela das Estatísticas Monetárias de Crédito, disponível para download na página do BC, a inadimplência junto a essas instituições equivalem a 2,7% dos saldos. No caso das instituições financeiras privadas nacionais, a proporção é de 3,8%. Para as instituições financeiras estrangeiras, o percentual é de 2,6%.

A maior parte do montante da inadimplência é devida aos bancos públicos (46,27%). Em segundo lugar, às instituições privadas de capital nacional (41,28%). Em terceiro lugar, às instituições de capital estrangeiro (12,45%).

Por Gilberto Costa – Repórter da Agência Brasil / Brasília

8 nov by João Ricardo Correia Tags:, , , , ,

Nordeste perdeu 1 milhão de trabalhadores no campo de 2012 para 2017

De 2012 para 2017, a Região Nordeste perdeu cerca de 1 milhão de trabalhadores rurais. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Contínua (Pnad-C): Características Adicionais do Mercado de Trabalho 2012-2017, divulgada hoje (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o percentual de pessoas ocupadas que trabalham em fazenda, sítio, granja ou chácara na região passou de 22,4% para 16,2% no período.

Apesar de ainda ter a maior proporção do país, o Nordeste teve também a maior queda no período. Considerando todo o Brasil, os últimos dados mostram que 11,1% da população ocupada trabalham em áreas rurais, um contingente de 8 milhões de pessoas. Segundo a economista da Coordenação de Trabalho e Rendimento do IBGE Adriana Beringuy, esse movimento é observado desde 2012 e confirmado em 2017, com o Nordeste registrando a menor taxa da série para trabalhadores em estabelecimentos rurais.

Por Akemi Nitahara – Repórter da Agência Brasil / Rio de Janeiro

11 out by João Ricardo Correia Tags:, , , , ,

IBGE reduz estimativa de queda da safra para 6% neste ano

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou hoje (11) uma nova estimativa de safra de cereais, leguminosas e oleaginosas para 2018. De acordo com o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) realizado em setembro, a produção deste ano deve ser 6% inferior à do ano passado.

Com isso, espera-se que o ano feche com uma safra de 226,2 milhões de toneladas desses produtos. A estimativa é um pouco melhor do que a divulgada em agosto, que previa uma queda de 6,2% em relação ao ano passado.

Entre as três principais lavouras (que responderão por 92,8% da produção de grãos), apenas a soja deverá fechar o ano com alta (2%). São esperadas quedas de 18,6% para o milho e de 5,7% para o arroz.

15 set by João Ricardo Correia Tags:, , , ,

IBGE: Brasil tem a maior produção de ovos de galinha em 29 anos

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O país alcançou, no segundo trimestre deste ano, a maior produção de ovos de galinha desde o início da série histórica da pesquisa que faz esse tipo de avaliação, em 1987. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), foram produzidos 757,51 milhões de dúzias no segundo trimestre deste ano, 5% a mais do que o registrado no mesmo período do ano passado.

O crescimento da produção foi impulsionado por aumentos em 18 das 25 unidades da Federação pesquisadas pelo IBGE, com destaque para São Paulo, Goiás, Espírito Santo, Ceará e Mato Grosso. São Paulo continua sendo o maior produtor do país.

12 jul by João Ricardo Correia Tags:, , , , , ,

Vendas do comércio varejista têm queda de 7,3% em 2016

GRAFICO-EM-QUEDA

As vendas do comércio varejista do país fecharam o mês de maio com queda de 1% na comparação com abril, na série ajustada sazonalmente. Já a receita nominal do setor ficou praticamente estável ao acusar queda de 0,1%. O volume de vendas no comércio acumula, nas series sem ajustes sazonais, retração de 7,3% nos cinco primeiros meses de 2016.

Os dados foram divulgados hoje (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), para quem a diferença entre o volume de vendas e o comportamento da receita nominal evidencia “uma compensação decorrente das elevações dos preços do setor, que compensaram um pouco a queda mais intensa das vendas.”

24 nov by João Ricardo Correia Tags:, , , , ,

IBGE constata que desemprego alcança 8,9% no terceiro trimestre

TRABALHO2O desemprego no país alcançou 8,9% no terceiro trimestre (julho, agosto e setembro) de 2015, informou hoje (24) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a maior taxa da série iniciada em 2012. No trimestre anterior (abril, maio e junho), o indicador estava em 8,3%.

Os dados divulgados, que fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua Trimestral (Pnad Contínua), indicam que a população desocupada no Brasil chegou a nove milhões de pessoas no trimestre que terminou em setembro.

A população ocupada, no terceiro trimestre, corresponde a 92,1 milhões de pessoas. A pesquisa indica, ainda, que cerca de 35,4 milhões de pessoas tinham, no terceiro trimestre, carteira de trabalho assinada no setor privado.

No terceiro trimestre do ano passado a taxa de desocupação foi 6,8%. A Bahia foi o estado que teve a maior taxa de desocupação (12,8%) e Santa Catarina a menor (4,4%). Entre os 27 municípios das capitais, Salvador registrou a maior taxa de desemprego (16,1%) e o Rio de Janeiro a menor (5,1%).

Rendimento

Os dados da Pnad Contínua indicam que o rendimento médio real habitual dos trabalhadores caiu 1,2% no terceiro trimestre deste ano, passando de R$ 1.913 (no segundo trimestre) para R$ 1.889, mas ficou estável em relação ao terceiro trimestre do ano passado, quando esse rendimento médio real era R$ 1.890.

Segundo o IBGE, entre as grandes regiões, o Sudeste mostrou o maior rendimento médio (R$ 2.189) e o Nordeste o menor (R$ 1.284). Já entre as unidades da Federação, o Distrito Federal foi o que registrou no trimestre trimestre deste ano o maior rendimento médio, com R$ 3.512 e o Maranhão o menor (R$ 993).

Entre as capitais, Vitória (ES) registrou o maior rendimento médio, com R$ 3.782. São Luís (MA) ficou com o menor: R$ 1.519. Já o maior rendimento entre as regiões metropolitanas foi registrado em São Paulo (R$ 2.920).

Desocupação

Os dados da Pnad Contínua indicam que as mulheres representavam no final do terceiro trimestre deste ano 51,2% da população desocupada do país. Os adultos na faixa etária entre 25 a 39 anos de idade representavam a maioria dos desocupados, chegando a 37% do total. Mais da metade (51,2%) das pessoas desocupadas tinham concluído pelo menos o ensino médio. Já o percentual de desocupados entre aquelas com nível superior completo representavam apenas 8,8% do total de 9 milhões de pessoas.

O IBGE ressalta, porém, que embora as mulheres sejam maioria na população em idade de trabalhar, entre as pessoas ocupadas predominam os homens (56,9%). Isto se dá em todas as regiões. No terceiro trimestre deste ano,  entre os ocupados, 13,2% eram jovens de 18 a 24 anos, enquanto as faixas de 25 a 39 anos e de 40 a 59 anos de idade, somadas, representavam 77,5%.

O setor privado respondia, no fechamento do terceiro trimestre deste ano, por 72,2% do total da população ocupada do país, que fechou o setembro deste ano em 92,1 milhões de pessoas. Deste total, cerca de 77,7% tinham carteira de trabalho assinada.

 

Fonte: Agência Brasil

15 out by João Ricardo Correia Tags:, , , ,

Receita do setor de serviços acumula queda de 2,6% no ano

INFLACAO

O setor de serviços manteve a  sequência de resultados negativos que vêm se verificando em 2015, ao fechar o mês de agosto com retração de 3,5% em comparação a agosto do ano passado. Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada hoje (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística  (IBGE). Com a retração de agosto, a PMS fecha os primeiros oito meses do ano com retração acumulada de 2,6%, enquanto a taxa anualizada (acumulado dos últimos 12 meses) fechou em -1,1%.

Com relação à receita nominal, os dados divulgados pelo IBGE indicam que houve crescimento de 1% entre agosto de 2014 e agosto de 2015. No ano (de janeiro a agosto), a receita nominal cresceu 2,1%, enquanto a taxa anualizada fechou com expansão de 3%.

Nos primeiros 12 meses do ano, o único resultado positivo do setor de serviços foi registrado em março, quando o indicador fechou com expansão de 2,3%. Apesar da queda verificado em agosto, o desempenho foi ligeiramente melhor do que a taxa de julho, quando a queda chegou a 4,2%, embora tenha superado a de junho (-2,2%).

Segundo o IBGE, na comparação com agosto de 2014, apenas o setor de serviços de informação e comunicação apresentou crescimento (0,2%). As variações negativas, por segmento, foram puxadas pelo desempenho dos serviços prestados às famílias, onde a queda chegou a 8,2%, e dos serviços profissionais, administrativos e complementares (-5,2%); transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio (-4,4%) e outros serviços (-12,5%). O agregado especial das atividades turísticas registrou crescimento de 0,1%.

Nessa mesma comparação (agosto 2014/agosto 2015), o crescimento de 1% relativo à receita nominal configura-se como a segunda menor taxa da série histórica, iniciada em 2012. A menor ocorreu em fevereiro de 2015 (0,9%).

O IBGE esclareceu que esta foi a primeira vez que a PMS teve divulgados os índices de volume, a desagregação da atividade de serviços de tecnologia da informação e comunicação – TIC em duas novas séries: Telecomunicações e serviços de tecnologia da informação, e o índice de atividades turísticas (Iatur).

Serviços às famílias

A retração de 8,2% no segmento serviços prestados às famílias verificado em agosto, comparativamente a agosto do ano passado, foi a segunda maior queda da série iniciada em janeiro de 2012. A maior queda é a registrada em maio deste ano: 9,1%. Em julho, a retração do segmento família foi 1,9% e, em junho, 2,6%, mantendo a série constante de variações negativas a partir de maio de 2014.

Com o resultado, a variação acumulada no ano para o setor ficou em -4,8%, com a taxa dos últimos 12 meses registrando queda de 4,3%. Os serviços de alojamento e alimentação e outros serviços prestados às famílias apresentaram retração de 8,7% e 5,2%, respectivamente.

Os serviços de informação e comunicação registraram crescimento no volume de serviços de 0,2% em agosto, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, contra -0,2% em julho e -0,8% em junho. Com o resultado, a variação acumulada no ano ficou em 1,2% e em 12 meses, 1,7%.

O segmento serviços profissionais, administrativos e complementares apresentou queda de 5,2% em agosto, na comparação com o mesmo mês de 2014. Em julho, a queda havia sido 3,9% e em junho, 1,3%.  Com isso, a variação de volume acumulada no ano ficou em -2,4% e no acumulado dos últimos 12 meses, -1%.

Resultados regionais

Os dados de agosto da Pesquisa Mensal de Serviços indicam, do ponto de vista regional, que na comparação de agosto de 2015 com agosto de 2014 apenas em seis unidades da Federação houve variações positivas no volume dos serviços. O destaque foi Rondônia, com crescimento de 9,6%, seguido de Roraima, com 5,7%, Mato Grosso (3,8%), Mato Grosso do Sul (3,3%), do Rio Grande do Norte (2,6%) e o Distrito Federal (2,1%). As maiores variações negativas de volume foram observadas no Amapá (-14,2%), no Maranhão (-12,2%) e em Sergipe (-7,8%).

São Paulo, maior parque fabril do país, fechou agosto com queda de 4%, em Minas Gerais a retração foi 5,2%, no Rio de Janeiro, -2,2%) e no Rio Grande do Sul, 3,9%.

 

Fonte: Agência Brasil

2 out by João Ricardo Correia Tags:, , , , ,

IBGE constata: produção industrial cai 1,2% em agosto

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A produção industrial brasileira caiu 1,2% em agosto, em comparação a julho, terceiro resultado negativo consecutivo. O parque fabril do país fechou os primeiros oito meses do ano com queda acumulada de 6,9%. A taxa anualizada (últimos doze meses) teve queda de 5,7%. Os dados relativos à Pesquisa Industrial Mensal foram divulgados, hoje (2), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A queda da produção industrial reflete retração em 14 dos 24 ramos investigados pela pesquisa do IBGE e em três das quatros categorias econômicas. Entre os setores, a principal influência negativa foi registrada por veículos automotores, reboques e carrocerias, que recuou 9,4%. Também houve influência significativa no resultado a queda das atividades de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-1,6%), produtos de metal (-3%), metalurgia (-1,3%), artefatos de couro, artigos para viagem e calçados (-3,6%) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-2,5%).

Em contrapartida, entre os nove ramos que ampliaram a produção nesse mês, o desempenho de maior importância para a média global foi assinalado por produtos alimentícios, que avançou 2,4%. Também houve impactos positivos importantes fos setores de bebidas (4,3%), de indústrias extrativas (0,6%) e de produtos de madeira (5,1%).

Já entre as grandes categorias econômicas, ainda na comparação com o mês imediatamente anterior, as reduções mais acentuadas foram registradas em bens de capital, com recuo de 7,6%; e bens de consumo duráveis, com queda de 4%. No primeiro caso, a principal influencia veio da menor produção de caminhões; e, no segundo caso, de automóveis e eletrodomésticos, ainda afetadas pela concessão de férias coletivas em várias unidades produtivas.

 

Fonte: Agência Brasil

6 mar by João Ricardo Correia Tags:, , , ,

Índice Nacional da Construção Civil varia 0,18% em fevereiro

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O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), calculado pelo IBGE em parceria com a CAIXA, apresentou variação de 0,18% em fevereiro, ficando 0,03 ponto percentual abaixo da taxa de janeiro (0,21%). O acumulado no ano, considerando janeiro e fevereiro, foi de 0,39%. O resultado dos últimos 12 meses situa-se em 5,67%, abaixo dos 5,94% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em fevereiro de 2014, o índice foi de 0,44%.

http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/precos/sinapi/default.shtm.

O custo nacional da construção, por metro quadrado, que em janeiro fechou em R$ 915,22, em fevereiro passou para R$ 916,85, sendo R$ 499,23 relativos aos materiais e R$ 417,62 à mão de obra. A parcela dos materiais apresentou variação de 0,18%, caindo 0,02 ponto percentual em relação ao mês anterior (0,20%).

A mão de obra também registrou variação de 0,18%, caindo 0,04 ponto percentual em relação a janeiro (0,22%). Nos dois primeiros meses do ano os acumulados são 0,38% (materiais) e 0,40% (mão de obra), sendo que em doze meses ficaram em 3,92% (materiais) e 7,77% (mão de obra).

Região Centro-Oeste registra maior variação mensal

A Região Centro-Oeste, com variação de 0,33%, ficou com a maior variação regional em fevereiro. As demais regiões apresentaram os seguintes resultados: 0,31% (Nordeste), 0,07% (Sudeste), 0,12% (Sul) e 0,18% (Norte). Os custos regionais, por metro quadrado, foram R$ 930,62 (Norte), R$ 854,97 (Nordeste), R$ 956,88 (Sudeste), R$ 930,34 (Sul) e R$ 931,04 (Centro-Oeste).

Sergipe registra a maior alta

Decorrente da pressão exercida por aumentos na categoria de serventes para a construção civil, o Sergipe ficou com a maior variação mensal: 1,12%. Alagoas, com 0,76%, e Tocantins, com 0,75%, também foram influenciados pela alta nesta categoria.

Quando não considerada a desoneração da folha de pagamento, a variação no mês ficou em 0,18%, o acumulado de janeiro e fevereiro ficou em 0,38% e nos últimos doze meses em 5,78%. O custo nacional da construção, por metro quadrado, fechou fevereiro em R$ 981,06, sendo R$ 499,29 relativos aos materiais e R$ 481,77 à mão de obra.

O SINAPI, criado em 1969, tem como objetivo a produção de informações de custos e índices de forma sistematizada e com abrangência nacional, visando à elaboração e avaliação de orçamentos, como também acompanhamento de custos.

 

Fonte: IBGE

2 fev by João Ricardo Correia Tags:, , , ,

Benefícios acima do mínimo começam a ser depositados

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O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) inicia os depósitos dos benefícios dos segurados que recebem acima do salário mínimo a partir de hoje, 2 de fevereiro.

Nessa data, serão liberados os valores de quem possui cartão com final 1 e 6, desconsiderando-se o dígito.

Os aposentados e pensionistas que recebem até um salário mínimo e possuem cartão com final 9, desconsiderando-se o dígito também tem os benefícios pagos nesta segunda-feira.

Os depósitos de benefícios do mês de janeiro seguem até o dia 6 de fevereiro. Clique aqui para saber as datas de depósito dos benefícios.

Os depósitos da folha de janeiro já vêm com os valores reajustados de acordo com o mínimo vigente (R$ 788) e com a inflação para quem recebe acima do salário mínimo.

O índice de reajuste para os benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) com valor acima do salário mínimo foi 6,23%. Os dados foram atualizados pelo INPC de 2014, medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A folha de pagamento do INSS paga atualmente mais de 32 milhões de benefícios e injeta na economia do país mais de R$ 29 bilhões todos os meses.

EXTRATO

O Extrato de Pagamento de Benefícios já está disponível para consulta dos segurados nos terminais de autoatendimento dos bancos pagadores. A consulta ao extrato permite ao segurado visualizar o valor do pagamento dos benefícios.

O serviço é decorrente do contrato firmado entre o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e as instituições financeiras que pagam, todos os meses, mais de 32 milhões de benefícios.

A consulta do extrato pode ser feita também no site da Previdência Social. Basta acessar a Agência Eletrônica e fazer a consulta. Os segurados conseguem apenas visualizar o extrato do mês corrente, caso precisem das informações dos meses anteriores devem comparecer a uma Agência de Previdência Social.

 
Fonte: Ministério da Previdência Social

29 jan by João Ricardo Correia Tags:, , , , ,

Taxas de desemprego de 2014 são as menores da série histórica

CTPS

A taxa de desocupação do mês de dezembro do ano passado foi 4,3%, mesmo resultado de dezembro de 2013. A taxa média de desocupação de 2014 fechou em 4,8%. Os dados revelam as menores taxas de trabalhadores desocupados (sem emprego) de toda a série histórica, de acordo com a Pesquisa Mensal de Emprego, divulgada hoje (29), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em novembro de 2014, a taxa havia fechado em 4,8%, enquanto a média anual de janeiro a dezembro de 2013 havia fechado em 5,4%. Os dados divulgados pelo IBGE indicam que a taxa média de desocupação chegou a cair 7,5 pontos percentuais em uma década: em 2003 a taxa média de ocupação de janeiro a dezembro havia sido 12,4%.

A pesquisa indica que, em 2014, a média anual da população desocupada foi estimada em 1,176 milhão de pessoas, percentual 54,9% menor que o de 2003, quando  a média anual havia sido de 2,608 milhões. Quando comparada a 2013, a queda no número de pessoas desocupadas foi 10,8%: 1,318 milhão pessoas.

Em dezembro de 2014, a população desocupada nas seis regiões pesquisadas (1,051 milhão) recuou 11,8% em relação a novembro (1,192 milhão) e 0,9% quando comparada a dezembro de 2013 (1,061 milhão).

Por outro lado, a pesquisa do IBGE constatou que a média anual da população ocupada nas seis regiões pesquisadas em 2014 foi estimada em 23,087 milhões de pessoas, recuando 0,1% em relação a 2013, quando este contingente era 23,116 milhões.

Em dezembro do ano passado, a população ocupada nas seis regiões pesquisadas chegou a 23,224 milhões, recuando 0,7% em relação a novembro e ficando estatisticamente estável (0,5%) em relação a dezembro de F013.

 

Fonte: Agência Brasil

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