Tag: redes sociais

27 dez by João Ricardo Correia Tags:, , , ,

Mulher é condenada por acessar rede social de ex e publicar texto autodepreciativo

Acessar o perfil de ex-cônjuge em rede social, publicando mensagem como se fosse o titular da conta, viola direitos de personalidade assegurados no inciso X do artigo 5º da Constituição. Caracterizado o ato ilícito, há a obrigação de reparar a parte ofendida, como dispõe o artigo 927 do Código Civil.

Por isso, a 9ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul acolheu apelação de um homem que teve a sua conta no Facebook invadida pela ex-companheira, revoltada por não receber a pensão alimentícia da filha. O colegiado reformou a sentença de improcedência, arbitrando a indenização por danos morais em módicos R$ 300, considerando as razões da ré e o pouco caso do autor com a segurança de sua senha.

Fazendo-se passar pelo ex-cônjuge, a ré postou na página dele uma mensagem em tom autodepreciativo: “eu sou pessoa sem caráter, vagabundo” e “deixei minha filha passar fome e estou me divertindo’’. O homem então ajuizou ação indenizatória contra a ex-companheira, já que a postagem atraiu vários comentários questionando o seu caráter. Pediu 20 salários mínimos pelos danos morais causados.

31 jul by João Ricardo Correia Tags:, , ,

Relatório aponta manipulação em redes sociais em 48 países

Um relatório do Instituto de Internet da Universidade de Oxford, no Reino Unido, mapeou iniciativas do que chamou de “manipulação do debate público” em todo o mundo. Os autores identificaram entre 2010 e 2018 campanhas que visaram influenciar os cidadãos em polêmicas políticas e eleições em 48 países, que chamaram de “cibertropas”.

As nações estão localizadas em todos os continentes, como Américas, África, Europa, Ásia e Oceania. São listados casos mais notórios, como os Estados Unidos (na eleição de Trump em 2016) e o Reino Unido (com o referendo de saída da União Europeia em 2016). O Brasil foi citado como um dos locais onde as “cibertropas” atuaram, tendo como referência as eleições de 2010. Os pesquisadores mapearam partidos e entidades privadas atuando para influenciar a disputa.

O levantamento identificou um crescimento de mais de 70% nas iniciativas de manipulação do debate político. Na edição anterior do inventário, divulgada em 2017, haviam sido registrados 28 casos em diferentes países. Em cada um desses países há pelo menos um órgão público ou partido político envolvido nesse tipo de mobilização em redes sociais.

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26 fev by João Ricardo Correia Tags:, , , , , , ,

É imoral, absurda e criminosa mais essa farra com o nosso dinheiro

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Os brasileiros, mais uma vez, foram assaltados por quadrilheiros do Congresso Nacional. É imoral, absurda, criminosa mais essa farra com o nosso dinheiro. Enquanto outros golpes contra os cofres públicos continuam na mídia, como Mensalão, Petrolão e outras safadezas, a Câmara dos Deputados aprova mais uma série de benesses para os parlamentares e seus/suas cônjuges.

Um bando de canalhas, covardes. Homens e mulheres que se elegem como “representantes do povo”, pelo voto popular, mas que a cada dia mais envergonham nosso País. Esse tal de Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados, deve ser expulso de lá pelo povo! Chega de tanta acomodação! Nós precisamos ir às ruas. Há uma movimentação nacional marcada para 15 de março, para pedir o impeachment da presidenta Dilma. E contra mais essas vantagens aos deputados federais? Não se fará nada? Vamos protestar, de maneira ordeira. Vamos lotar os e-mails dos deputados federais com mensagens de protesto. Vamos fazer adesivos, colar nos carros, nos cadernos dos nossos filhos. Vamos multiplicar nossa indignação nas redes sociais. Vamos cobrar posições daqueles em quem votamos. Vamos, vamos, vamos. Se não formos, eles, os deputados, continuarão vindo contra nós.

No próximo dia 15, certamente alguns dos parlamentares beneficiados pela canetada inescrupulosa de Eduardo Cunha estarão nas ruas contra o governo Dilma. Eles têm moral para criticar alguém? São farinha do mesmo saco!

É criminoso entregar mais benefícios a parlamentares, enquanto a maioria do povo ganha tão mal, sobrevive de salários de fome e milhões permanecem sem emprego.

A classe política brasileira, com RARÍSSIMAS EXCEÇÕES, é composta por salafrários, hipócritas, marginais de terceiro nível detentores de mentes malignas, que os encaminham apenas para ações contra os cidadãos. Só pensam em roubar, ter vantagem em tudo. Vergonhoso.

Revolta perceber que vivemos em uma nação tão rica de recursos naturais, habitada por milhões de pessoas do bem, trabalhadoras, honestas, que são constantemente humilhadas por ladrões travestidos de políticos. E pense numa raça sem vergonha, descarada. Fazem o que bem entendem, desafiam o povo e vendem imagem de bonzinhos, de batalhadores.

O Brasil precisa ser repensado. Do jeito que está, o presente continuará amargo e o futuro será uma dúvida constante, diante de tanta roubalheira feita por aqueles que pedem nossos votos, conseguem e depois nos mandam para aonde bem desejam.

 

 

 

20 jan by João Ricardo Correia Tags:, , , ,

Redes sociais aparecem frequentemente em ações na Justiça do Trabalho

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A disseminação do uso das redes sociais e sua presença intensa no cotidiano das pessoas se refletem, também, nas relações de trabalho – e, consequentemente, começam a aparecer com mais frequência nos processos que tramitam na Justiça do Trabalho, se tornando objetos de defesa ou acusação nas ações enviadas à JT.

De acordo com o advogado trabalhista Felipe Serva, o perfil na rede social pode ser bastante útil numa ação trabalhista. “Diante do nosso sistema processual, fato é que as informações disponibilizadas pelos usuários nas redes têm ganhado espaço nos tribunais como meio de prova”, explica. O advogado afirma que, devido ao fácil acesso às ferramentas da rede, o descuido nas publicações “tem relação direta com a utilização por parte dos que se sentirem ofendidos em seus direitos de acionar Judiciário”.

Segundo o especialista, as redes sociais se estabeleceram de tal forma na sociedade que as pessoas estão “revelando mais do que deviam”, o que pode ter reflexo tanto na vida pessoal, como na profissional. “Postagens podem servir, ainda, como argumento para dispensas por justa causa, caso o empregado resolva utilizar a rede para críticas ou desabafos que comprometam a imagem da empresa ou ofendam o empregador, ou até mesmo para demonstrar a desídia do empregado no horário e no local de trabalho”, conclui.

Justa causa

Em 2012, uma auxiliar administrativa da São Paulo Transportes S.A. (SPTrans), empresa responsável por administrar o transporte público do município, foi demitida por justa causa após publicar críticas à Prefeitura Municipal de São Paulo no Facebook. Em desabafo, a empregada chama o prefeito de safado e de “corruptos coronéis” os indicados para ocupar os cargos na prefeitura.

Para a empresa, houve falta grave da empregada devido ao conteúdo publicado. Insatisfeita com o motivo da dispensa, ela acionou a SPTrans na Justiça do Trabalho, que entendeu que a crítica foi direcionada ao governo municipal, e não à empresa, o que não configuraria motivo para demissão motivada.

Má-fé

Em outra ação na Justiça do Trabalho paulista, o Facebook serviu para comprovar má-fé de um operador de mesa que faltou a uma das audiências na primeira instância, em ação na qual buscava o reconhecimento de vínculo empregatício com a empresa. Para justificar a falta à audiência de instrução e evitar a revelia, ele apresentou atestado médico de dez dias de repouso domiciliar.

A empresa, porém, apresentou cópias (prints) do perfil do operador na rede social, comprovando que, naquela data, ele estava em um parque turístico em Resende (RJ). A empresa teve o cuidado de autenticar as provas por ata notarial, na qual o tabelião acessa o endereço da página e verifica a veracidade das informações.

A 32ª Vara do Trabalho de São Paulo aplicou pena de confissão e multa por litigância de má-fé, mantida pelo TRT-SP e pelo TST.

Vínculo

Em Santa Catarina, na tentativa de reverter decisão que reconheceu o vínculo empregatício de um representante comercial, uma empresa do ramo de informática apresentou como prova o perfil do profissional no Twitter e no LinkedIn. A empresa defendia que alegou que mantinha relação de representação comercial autônoma com o trabalhador, e alegou que, nas redes sociais, ele se apresentava como representante comercial de outras empresas. Apesar da tentativa, a Justiça do Trabalho reconheceu o vínculo com base em outros elementos de prova.

Acesso durante o expediente

Em 2008, em São Paulo, uma indústria metalúrgica demitiu por justa causa um empregado que acessou o site de relacionamentos Orkut durante o expediente, e armazenou no computador da empresa foto do seu órgão genital. Segundo a empresa, o fato causou grande repercussão no ambiente de trabalho, e a demissão foi motivada pelo descumprimento de norma interna que proibia o acesso a sites de relacionamento.

Todavia, a Justiça do Trabalho entendeu que a dispensa por justa causa foi excessiva, mesmo o trabalhador assumindo que estava ciente da proibição. “Embora ingressar em site de relacionamento possa constituir falta, não é grave suficientemente a ensejar, por uma única ocasião, a rescisão por justa causa”, registra o acórdão da Sétima Turma do TST.

Trabalho e redes sociais

A especialista em redes sociais Talita Scotto, diretora da Agência Contatto, empresa de gestão em comunicação de São Paulo, explica que se tornou difícil para as empresas controlar o uso das redes sociais por parte dos funcionários. “Acredito que limitar o acesso é praticamente impossível, pois temos mais celulares do que habitantes”, afirma. “Boa parte da população acessa as redes sociais via mobile, e isso também acontece no trabalho”.

Os números confirmam isso. Segundo dados do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (CETIC.br), órgão ligado ao Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), o número de brasileiros que usam internet via celular cresceu 106% entre 2011 a 2013, atingindo o número de 52,5 milhões de pessoas online via celular, o que representa 31% da população do país.

Para Scotto, as redes também afetam o rendimento dos negócios, “daí a preocupação com a difamação da imagem da entidade”. Segundo ela, devido ao grande acesso às redes sociais, muitas empresas criaram um código de conduta para este fim. “As redes sociais podem atrapalhar quando há excessos. A produtividade cai, o resultado não é apresentado, o projeto atrasa.” Nesse caso, explica, é necessária uma advertência e uma avaliação sobre a necessidade ou não de desligamento do empregado por problemas de produtividade. “Isso faz parte do bom senso e responsabilidade de cada indivíduo e os limites devem ser respeitados”, conclui.

 

Fonte: Portal do TST

9 abr by Henrique Goes Tags:, , ,

PESQUISA MOSTRA QUE PESSOAS TÊM USADO A INTERNET ATÉ QUANDO VÃO AO BANHEIRO

Isso é que é apego! Um estudo realizadoo pelo CreditMonkey e divulgado pela eMarketer revela que a maioria dos usuários norte-americanos acessa a internet até quando está no banheiro. A pesquisa pode parecer localizada, mas reflete bem o comportamento mundial de quase dependência do uso dos gadgets. Quem nunca deu uma passadinha rápida no banheiro acompanhado do smartphone enquanto enviava um sms ou whats?

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O mesmo estudo revela ainda que a maioria dos usuários acessa os sites enquanto faz outras coisas está ligado à televisão. No Facebook, a taxa é de 83,7%; já noTwitter, é 66,9%.

Dentre as atividades que mais disputam atenção as atividades virtuais são viagem, trabalho, uso do banheiro, quando se está embriagado, compras, malhação e, infelizmente, enquanto se dirige.

Por gênero, a pesquisa demonstra que  mulheres dividem mais o tempo de redes sociais com TV, viagem e compras, ao passo que os homens estão na frente quando o assunto é uso do banheiro, bebidas e trabalho.

 

Com informações do Olhar Digital

26 fev by Henrique Goes Tags:, ,

ORKUT E MSN AINDA SÃO QUERIDOS PELAS CLASSES ‘D’ E ‘E’

Quem acreditava na morte do Orkut e do MSN, vai ter de esperar mais um pouco. Pelo menos, é isso que mostra os dados da pesquisa realizada pela Hello Research – empresa especializada em inteligência e pesquisa de mercado -, na qual 60% dos usuários do Facebook aparecem ainda utilizando a outra rede social e o aplicativo de mensagem instantânea.O estudo aponta que este segmento é formado, especialmente, por pessoas das classes sociais D e E.

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Imagem de internet

O “queridinho” do internauta brasileiro representado pela pesquisa é o Facebook, com 84% das citações. Um terço dos entrevistados afirmaram estar inscritos em, pelo menos, uma rede social.

A partir de uma análise das cinco regiões administrativas do Brasil, o Sudeste se apresenta com a  que possui o maior índice de usuários de redes sociais, com 55% dos representantes, acompanhado pelo Nordeste (20%), Sul (12%), Norte (7%) e Centro-Oeste (6%).

 

Com informações da IDGNow/Uol

 

20 fev by Henrique Goes Tags:, , ,

O BRASILEIRO E SUA PAIXÃO PELAS REDES SOCIAIS

De acordo com o Ibope, o brasileiro dedicou 10 horas e 26 minutos às redes sociais, durante o mês de janeiro deste ano. A pesquisa faz parte do estudo Net Insight, a partir do qual se descobriu um aumento no tempo estimado em 13,5%, se comparado ao mesmo período de 2012.

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Imagem de internet

O horário no qual se teve uma maior concentração de acessos foi às 17h, momento no qual 73% dos usuários estavam conectados. E a faixa etária predominante é a dos 25 aos 49 anos, representando 52,7% dos usuários ativos.

De acordo o Ibope,  72,4 milhões de brasileiros possuem acesso à internet em casa ou no trabalho, dos quais 53,5 milhões são considerados ativos.

 

Com informações do Olhar Digital

24 jan by Henrique Goes Tags:, ,

RECLAMAÇÕES NO FACEBOOK

Sabe quando o serviço em um restaurante, loja ou barzinho é ruim e você fica a fim de compartilhar sua indignação com os amigos numa rede social? Pois bem, você não está só. De acordo com pesquisa realizada pela LeadPix com 3 mil internautas e divulgada pela Exame, 34% dos entrevistados entre 20 e 29 anos usam o Facebook como canal de reclamação. Mas os Procon’s permanecem sendo a principal via de reclamação e busca por direitos.

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Imagem de internet

Quando se trata dos canais que mais influenciaram na resolução dos problemas, os órgãos de defesa obtiveram média de 4,2 (em uma escala de 1 a 5), ficando em primeiro lugar. O Facebook ocupa a segunda posicão, com média 3,7. Os outros meios avaliados apresentaram a seguinte configuração: o contato pessoal (3,7), os sites específicos como o Reclame Aqui (3,5), o Twitter (3,4), os jornais impressos (3,1), o rádio (2,9) e o contato por telefone (2,6).

 

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