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25 abr by João Ricardo Correia Tags:, , , , , ,

Natalenses vão gastar, em média, R$ 106,79 com presentes para as mães

DIADASMAES1

Quase 75% dos natalenses (exatos 74,9%) irão comprar pelo menos um presente neste Dia das Mães, comemorado no próximo dia 8 de maio. A previsão é que o gasto médio seja de R$ 106,79. Os números foram constatados no levantamento feito pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio (IPDC) da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (Fecomércio RN). O Instituto ouviu 601 natalenses, das quatro zonas urbanas da capital potiguar, entre os dias 6 e 8 de abril.

O IPDC constatou uma queda de 1,8 ponto percentual nas intenções de compra nesse Dia das Mães em relação a 2015, quando 76,7% dos entrevistados disseram que pretendiam realizar alguma compra. Mais de 69% dos entrevistados vão comprar apenas um presente, já 25,2% pretendem comprar até dois produtos para presentear as mães. Comprar três presentes é a intenção de 4,6% dos consumidores, enquanto 1,1% devem comprar quatro ou mais produtos.

Os produtos de vestuário (37,2%), perfumes/cosméticos (28%) e calçados/bolsas (12,2%) aparecem na liderança das intenções de compras. Quase 10% dos natalenses ainda não sabem com o que vão presentear. Os entrevistados foram perguntados acerca das pessoas que pretendem presentear na data, as mães tiveram a maior resposta (86,3%), sogras (15%), esposas (13,7%), amigas (5,4%), avós (2,2%) etc.

Para comprar o presente, 44,6% dos consumidores natalenses irão desembolsar entre R$ 51 e R$ 100, já 26,1% dos entrevistados pretendem gastar até R$ 50, e 10,9% entre R$ 101 e R$ 200. Em relação ao ano passado, o estudo revela uma queda de 6,5% sobre a intenção de gasto médio que foi de R$ 114,22. 76% dos natalenses acreditam que os preços cobrados por produto neste Dia das Mães estarão mais caros em comparação ao ano passado, por isso, 74,8% irão pesquisar os valores antes de efetuarem a compra.

Quando foi questionado o que mais atrairá a sua atenção, os consumidores disseram que as promoções (51,2%) e os descontos (27,8%) são os motivos que poderão influencie-los na hora de decidir quais produtos deverão levar para casa. Um bom atendimento foi indicado por 15,2% dos consumidores como atrativo.

Dos consumidores que não pretendem presentear na data, a maioria, representada por 35,6%, afirmou não ter quem presentear, seguido de 29,6% dos pesquisados que afirmaram não ter dinheiro, enquanto 9,6% disseram que moram distante da mãe. 7,4%, por sua vez, afirmaram estar desempregados, 6,7% com dívidas e contas em atraso, 4,4% não costumam presentear na data, e 3,7% preferem poupar.

Setor de serviços

Tradicionalmente, os natalenses levam a mãe para algum passeio, o que impacta diretamente no setor de serviços – os restaurantes têm na data uma das melhores em faturamento no ano. Porém, o IPDC da Fecomércio RN constatou que este ano 71,2% não irão fazer nenhum passeio com os familiares. Almoçar ou jantar em restaurantes aparece como a primeira opção (16,5%), seguidos pelos que irão organizar para almoçar ou jantar na casa da família (7%). Outros lugares como praia, shopping, salão de beleza e cinema também foram lembrados.

O percentual é reflexo da atual situação econômica que o Brasil enfrenta. Visto isso, o levantamento verificou o nível de otimismo do consumidor natalense. Apenas 16,3% responderam que o momento é ótimo ou bom, enquanto que 41,1% afirmaram que o momento é regular, e 42,6% alegaram que o momento é ruim ou péssimo para adquirir produtos.

Mais de 41% da população consideram que estão em pior situação financeira em comparação com 2015; 40,1% apontaram que sua situação permaneceu igual e somente 18,1% das famílias declararam estar em situação financeira melhor do que a do mesmo período do ano passado.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação da
Presidência do Sistema Fecomércio RN

15 out by João Ricardo Correia Tags:, , , ,

Receita do setor de serviços acumula queda de 2,6% no ano

INFLACAO

O setor de serviços manteve a  sequência de resultados negativos que vêm se verificando em 2015, ao fechar o mês de agosto com retração de 3,5% em comparação a agosto do ano passado. Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada hoje (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística  (IBGE). Com a retração de agosto, a PMS fecha os primeiros oito meses do ano com retração acumulada de 2,6%, enquanto a taxa anualizada (acumulado dos últimos 12 meses) fechou em -1,1%.

Com relação à receita nominal, os dados divulgados pelo IBGE indicam que houve crescimento de 1% entre agosto de 2014 e agosto de 2015. No ano (de janeiro a agosto), a receita nominal cresceu 2,1%, enquanto a taxa anualizada fechou com expansão de 3%.

Nos primeiros 12 meses do ano, o único resultado positivo do setor de serviços foi registrado em março, quando o indicador fechou com expansão de 2,3%. Apesar da queda verificado em agosto, o desempenho foi ligeiramente melhor do que a taxa de julho, quando a queda chegou a 4,2%, embora tenha superado a de junho (-2,2%).

Segundo o IBGE, na comparação com agosto de 2014, apenas o setor de serviços de informação e comunicação apresentou crescimento (0,2%). As variações negativas, por segmento, foram puxadas pelo desempenho dos serviços prestados às famílias, onde a queda chegou a 8,2%, e dos serviços profissionais, administrativos e complementares (-5,2%); transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio (-4,4%) e outros serviços (-12,5%). O agregado especial das atividades turísticas registrou crescimento de 0,1%.

Nessa mesma comparação (agosto 2014/agosto 2015), o crescimento de 1% relativo à receita nominal configura-se como a segunda menor taxa da série histórica, iniciada em 2012. A menor ocorreu em fevereiro de 2015 (0,9%).

O IBGE esclareceu que esta foi a primeira vez que a PMS teve divulgados os índices de volume, a desagregação da atividade de serviços de tecnologia da informação e comunicação – TIC em duas novas séries: Telecomunicações e serviços de tecnologia da informação, e o índice de atividades turísticas (Iatur).

Serviços às famílias

A retração de 8,2% no segmento serviços prestados às famílias verificado em agosto, comparativamente a agosto do ano passado, foi a segunda maior queda da série iniciada em janeiro de 2012. A maior queda é a registrada em maio deste ano: 9,1%. Em julho, a retração do segmento família foi 1,9% e, em junho, 2,6%, mantendo a série constante de variações negativas a partir de maio de 2014.

Com o resultado, a variação acumulada no ano para o setor ficou em -4,8%, com a taxa dos últimos 12 meses registrando queda de 4,3%. Os serviços de alojamento e alimentação e outros serviços prestados às famílias apresentaram retração de 8,7% e 5,2%, respectivamente.

Os serviços de informação e comunicação registraram crescimento no volume de serviços de 0,2% em agosto, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, contra -0,2% em julho e -0,8% em junho. Com o resultado, a variação acumulada no ano ficou em 1,2% e em 12 meses, 1,7%.

O segmento serviços profissionais, administrativos e complementares apresentou queda de 5,2% em agosto, na comparação com o mesmo mês de 2014. Em julho, a queda havia sido 3,9% e em junho, 1,3%.  Com isso, a variação de volume acumulada no ano ficou em -2,4% e no acumulado dos últimos 12 meses, -1%.

Resultados regionais

Os dados de agosto da Pesquisa Mensal de Serviços indicam, do ponto de vista regional, que na comparação de agosto de 2015 com agosto de 2014 apenas em seis unidades da Federação houve variações positivas no volume dos serviços. O destaque foi Rondônia, com crescimento de 9,6%, seguido de Roraima, com 5,7%, Mato Grosso (3,8%), Mato Grosso do Sul (3,3%), do Rio Grande do Norte (2,6%) e o Distrito Federal (2,1%). As maiores variações negativas de volume foram observadas no Amapá (-14,2%), no Maranhão (-12,2%) e em Sergipe (-7,8%).

São Paulo, maior parque fabril do país, fechou agosto com queda de 4%, em Minas Gerais a retração foi 5,2%, no Rio de Janeiro, -2,2%) e no Rio Grande do Sul, 3,9%.

 

Fonte: Agência Brasil

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