Uma em cada cinco sacas de café exportada pelo Brasil tem qualidade superior

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O Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (CeCafé), uma das cinco instituições privadas que integram o Conselho Deliberativo da Política do Café (CDPC) – mostrou, no relatório de julho, que uma em cada cinco sacas de café vendidas ao exterior é de café diferenciado, com qualidade superior e/ou algum tipo de certificado de práticas sustentáveis.

A qualidade do produto também é traduzida em números: a média de preços no mês foi 27,4% superiores à média total do café verde convencional exportado. No relatório, a associação destaca que a exportação de cafés diferenciados exportados entre janeiro e julho rendeu US$ 676,97 milhões por 3, 6 milhões sacas de cafés de 60 quilos.

Conforme ainda a pesquisa, no mesmo período de janeiro a julho deste ano, foram exportadas 18.188.838 sacas, com receita cambial de mais de US$ 2,7 bilhões, e, no acumulado dos últimos 12 meses (agosto de 2015 a julho de 2016), as vendas para o exterior somaram 34.562.514 sacas e receita de mais de US$ 5,2 bilhões.

Países importadores

O país que mais importou café do Brasil em julho deste ano foi os Estados Unidos, com 447.459 sacas (23,4%), seguindo da Alemanha, com 343.846 sacas (18,0%), e Japão, com 132.381 sacas (6,9%).

Além disso, no período de janeiro a julho, cabe ressaltar que 120 países importaram o café brasileiro, sendo que os EUA lideraram as importações com 19% – 3.459.628 sacas, seguido pela Alemanha – 3.372.043 sacas. E o Japão ficou no terceiro lugar com 1.398.078 sacas, praticamente empatado com a Itália – 1.390.265 sacas.

Para saber mais sobre a conjuntura do mercado de café, a Embrapa indica os relatórios do Cecafé (Relatório mensal julho 2016) e da OIC (Relatório sobre o mercado de Café julho 2016) para serem conferidos pelos agentes do setor cafeeiro.

Fonte: Portal Brasil

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